Hoje eu vim falar com você sobre o ano de 2018, fazer uma retrospectiva.

O que você fez em 2018 que te traz orgulho, e o que você leva de aprendizado deste ano?

Acompanha esse vídeo comigo, pois 2018 foi um ano incrível para nós e eu quero muito compartilhar isso com vocês!

Topa?

Vem comigo!

Eu tenho que abrir um E-Commerce. Eu preciso abrir um E-Commerce, porque em janeiro eu resolvi que vou mudar a minha vida!. Porém eu não tenho ponto físico, Leandro,eu não tenho dinheiro para alugar um galpão, o que eu faço? Por que eu só quero vender online! Não quero ter uma loja física… mas também não quero ter problemas com o fisco…, me ajuda Leandro!

Tenho certeza que muita gente vai se enxergar no questionamento acima, e para ajudar vocês com essas duvidas, nosso diretor Leandro fez um vídeo super explicadinho sobre esse assunto, e de quebra um super texto com algumas dicas de como seguir com as escolhas certas nesse mundo do e-commerce!

Vem comigo!

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Quanto posso investir?

O primeiro fator que você deve considerar na hora de escolher uma plataforma para o seu e-commerce é o quanto deseja investir. Quando se trata da escolha de onde criar sua loja online, você pode escolher desde não ter gasto nenhum até fazer um alto investimento no serviço. Para cada investimento você precisará de determinados recursos (ou optará por eles).

Disponibilidade de um time de tecnologia

Outro ponto que você precisa levar em consideração no momento de escolher o serviço em que você vai criar o seu e-commerce é o nível de conhecimento técnico que você ou o seu time possui. Nesse caso, você precisa estar ciente do quanto você deseja investir. Às vezes, escolher um serviço com menor custo poderá exigir um conhecimento mais profundo e vice-versa.

Ao montar um e-commerce, a demanda de necessidades técnicas aumentam. Se optar por plataformas mais complexas, terá a necessidade de uma equipe técnica que verifique e acompanhe questões como manutenção, estoque, atualizações e etc.

Recursos

Uma parte importante são os recursos necessários para montar sua loja. A partir disso, você poderá consultar várias plataformas para ver qual atende melhor às necessidades do seu negócio. Você poderá conferir se o serviço oferece:

Templates

Ter uma loja com templates variados pode ser um aspecto relevante se você deseja praticidade na hora de montar seu e-commerce. Verifique se a plataforma que você pretende contratar possui esse recurso.

Gateways de pagamento

O pagamento é uma parte muito importante do processo de compra, tanto em lojas físicas quanto em e-commerce. Saber se a plataforma possui gateways de pagamento e como isso funciona é outro ponto bastante relevante.

Mobile

Hoje, sabemos que maioria dos acessos são via mobile. Cerca de 92% dos acessos à internet são via smartphone, segundo o IBGE. Ter um site responsivo é muito importante para o bom desenvolvimento da sua inserção no mercado online. Vale a pena conferir se a plataforma que você pretende contratar vai auxiliar você neste processo, com templates responsivos, otimização, velocidade de carregamento e etc.

Extensões

Muitos processos de loja física podem ser automatizados quando você monta um e-commerce. As extensões são ferramentas que podem oferecer esse tipo de processo, como auxiliar na organização de tarefas, automações, dados internos e etc. Confira as extensões que a plataforma oferece.

SEO

Para se ter um bom posicionamento na internet, usar as boas práticas de SEO é essencial. Verifique, portanto, se a plataforma permite que você execute essas práticas para melhor se posicionar.

Redes Sociais e E-mail Marketing

As redes sociais e o e-mail marketing são ferramentas extremamente importantes para o marketing digital e sua presença na internet. Verificar se a plataforma possui integração com esses recursos pode ser uma boa estratégia de presença digital.

Número de produtos

Algumas plataformas possuem um número limite de produtos para você colocar em sua loja virtual. Verificar se o limite está dentro do que você espera é algo para você levar em consideração quando for realizar a escolha.

Ferramentas gratuitas

Muitas ferramentas podem auxiliar você no seu processo comercial. Algumas plataformas oferecem recursos gratuitos para que você utilize na sua loja, como ferramentas de análise, pesquisa, gestão e etc. Observar isso pode ser um ponto relevante para escolher o serviço que você irá contratar.

Suporte técnico

Por fim, você precisa considerar a necessidade de suporte técnico ou não. Algumas plataformas oferecem um atendimento 24/7 e uma comunidade que oferece ajuda para as dúvidas que você vier a ter. Levando em consideração os outros fatores, como necessidades e conhecimento técnico, você poderá avaliar se a necessidade de um suporte ativo é dispensável ou não.

Esses são os pontos que você precisa levar em consideração quando for contratar uma plataforma de e-commerce. Assim, você pode definir qual a melhor plataforma para o seu e-commerce.

Agora se joga nesse mundo que eu tenho certeza que em 2019 sua loja bombar na internet!

Donos de Micro e Pequenas Empresas têm até o dia 31 de janeiro fazer o desenquadramento no Simples Nacional e até 28 de Dezembro para regularizar – ou ate mesmo parcelar- os débitos da sua empresa.

Criado em 2006, o Simples Nacional garante o tratamento diferenciado aos pequenos negócios, previsto na Constituição. Seu objetivo é reduzir a burocracia e os impostos pagos por essas empresas e unificar oito tributos em um só boleto – IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição Patronal Previdenciária para a Seguridade Social (CPP).

As MPE (já optantes pelo Simples Nacional) que preveem um faturamento abaixo de R$ 81 mil -, poderão migrar para o Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos (Simei), que independe da receita bruta mensal.

Quem já é Microempreendedor Individual (MEI) está automaticamente cadastrado no regime Simei, porém, se a previsão do faturamento anual ultrapassar o novo teto de R$ 81 mil, o empreendedor deverá optar pelo desenquadramento e passar a recolher tributos devidos pela regra geral do Simples Nacional.

Porém, as empresas devem ficar atentas, pois a mudança do regime tributário pode gerar uma redução de impostos, mas se não for bem calculada pode resultar em multas e até sair mais cara para o empresário.

“Caso o faturamento anual ultrapasse o novo teto em até 20%, a empresa irá pagar sobre o faturamento bruto excedente com base nas tabelas do Simples Nacional. Já se o excesso for maior que 20%, os tributos irão incidir sobre o faturamento total do ano. Por isso, é importante procurar a ajuda do contador para definir qual a melhor opção de regime tributário”, explica o analista do Sebrae Minas Haroldo Santos

Falando em contador, veja as dicas do nosso diretor Leandro Bueno e passe seu fim de ano despreocupado!

Vem comigo!

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Chega o final do ano e, com ele, a preocupação em pagar o décimo terceiro salário para os colaboradores da empresa. Isso acontece porque, muitas vezes, os empreendedores não estão preparados para esse gasto extra – o que indica a necessidade do planejamento para que o negócio não acabe com prejuízos no orçamento. Quer se preparar para efetuar o pagamento do benefício sem ficar com a conta no vermelho? Se a sua resposta foi positiva, siga a leitura,veja o vídeo e  descubra como desenvolver o planejamento ideal.

Preparando-se para pagar o décimo terceiro salário

Normalmente, o pagamento do décimo terceiro salário é feito em duas parcelas. A primeira é efetuada entre fevereiro e novembro, ou quando houver férias, como um adiantamento da renda extra para os empregados. Para receber esse valor antecipado, o funcionário deve fazer um requerimento no mês de janeiro do mesmo ano. Já a segunda parcela precisa ser paga até o dia 20 de dezembro. Se essa data for domingo ou feriado, é necessário adiantar o pagamento para o último dia útil anterior. Sabendo disso, o empreendedor precisa se planejar para cumprir o compromisso

Planejamento durante o ano

As empresas precisam ter cuidado para não cair na armadilha de organizar o pagamento  na última hora, pois essa atitude pode gerar saldo negativo no fluxo de caixa. Por isso, o planejamento deve ser feito com antecedência, sendo iniciado, de preferência, no início do ano. O ideal é criar uma reserva financeira durante os meses anteriores, começando em janeiro. Dessa forma, a empresa cria um fundo no fluxo de caixa, que poderá ser utilizado para o pagamento do décimo terceiro. Gerando reservas mensais, que devem ser feitas de acordo com as condições financeiras do empreendimento, o pagamento do benefício aos funcionários não pesa tanto no final do ano. Essa é uma forma de parcelar os gastos em mais vezes. Caso o empreendedor não tenha se organizado desde o início do ano, é importante aplicar a estratégia o mais rápido possível, aumentando a quantia destinada às reservas financeiras.

Empréstimo

Muitas vezes, as empresas encontram nos bancos uma solução para o pagamento do décimo terceiro salário, recorrendo aos empréstimos. Apesar de não ser a medida ideal, ela pode uma saída emergencial, caso o empreendedor não tenha se programado. Para quem se encontra nessa situação, uma opção é o financiamento para, pequenos e médios negócios onde os empreendedores podem financiar o décimo terceiro salário dos funcionários.

Agora que você ja sabe na teoria, que tal ver na pratica? o que acha de ouvir de quem coloca a mão na massa ano a ano?

Da uma olhada nesse vídeo e baixe a planilha abaixo e programasse!

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https://conteudo.saolucasassessoria.com.br/planilha-de-calculo-13-terceiro 

Socios 300x185 - Qual a Função do Sócio no seu Negócio? - Contabilidade em São Bernardo do Campo - SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A primeira vista parece incrível ter um sócio não é mesmo? alguém para dividir os gastos, trocar ideias e tudo mais, mas você sabe qual a real função dessa pessoa no seu negócio? No vídeo de hoje nosso diretor Leandro Bueno, O Contador!, nos falo um pouco sobre o papel do sócio no negócio, quais são as obrigações e por que te-lo em sua empresa.

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Agora que você já sabe qual a função desse sócio, que tal sabermos também as vantagens e desvantagens?

Vem comigo!

O principal motivo para se procurar um sócio é, geralmente, financeiro: alguém está disposto a tirar uma ideia do papel, mas, sozinho, não tem os recursos necessários para isso.

Neste caso, um sócio pode dar o aporte de dinheiro necessário para fazer as contas fecharem. Em troca, ele é dono de uma parcela do negócio, tendo, consequentemente, poder de decisão.

Há, também, quem tenha os recursos financeiros, mas não tenha experiência alguma com gestão, ou que tema não dar conta do trabalho de criar e gerir uma empresa – acredite, é muito! Nestas situações, o benefício da sociedade é outro: ter com quem dividir a carga de trabalho dentro da empresa.

À primeira vista, parece tudo incrível, não é? Mas, antes de começar a fazer telefonemas, é preciso estudar a questão da sociedade a fundo, analisando, também, suas desvantagens – acredite, elas podem existir!

Vantagens e desvantagens de ter um sócio

Além dos já citados, a sociedade traz mais alguns benefícios ao empreendedor:

  1. Melhor tomada de decisões:duas – ou mais – cabeças realmente pensam melhor do que uma. Ter um sócio permite que você debata as decisões da empresa, o que com certeza gerará melhores insights.
  2. Responsabilidade compartilhada pela tomada de decisões: todas as medidas devem ser fruto de acordo entre os sócios. Assim, a responsabilidade pelas consequências do que for feito é compartilhada.
  3. Maior suporte para fazer a empresa crescer:ter um sócio é contar com uma pessoa trabalhando junto com você pelo sucesso da empresa. É mais um ponto a favor do sucesso do empreendimento.
  4. Impressão de estabilidade:clientes geralmente se sentem mais seguros quando veem duas ou mais pessoas tocando um negócio juntas. É duro trabalhar em equipe, o que torna a sociedade sinônimo de racionalidade, equilíbrio e profissionalismo.
  5. Menor risco financeiro:especialistas em investimentos te dirão que não é desejável colocar todos os seus recursos em um único produto. Aqui, o princípio é o mesmo: junto com as responsabilidades, os riscos financeiros também são compartilhados, diluindo o impacto de eventuais perdas – principalmente no início da empresa.

Entretanto, nem tudo são flores. Quem entra em uma sociedade pode encarar alguns obstáculos, como:

  1. Desacordos sobre os rumos da empresa:este é um dos problemas mais frequentes em sociedades. Todas as decisões devem ser tomadas em conjunto e, caso não haja consenso, haverá atritos – ou, até mesmo, a dissolução da sociedade.
  2. Problemas nas relações pessoais:caso você entre em sociedade com um familiar ou amigo, pode ser que haja atritos na relação devido às divergências de ideias quanto aos rumos do negócio. É preciso separar o pessoal do profissional, para que nenhum relacionamento seja comprometido!
  3. Divisão dos lucros:dividir para conquistar, certo? Nem sempre! Para algumas pessoas, a ideia de dividir os suados lucros de seu negócio com outra pessoa não parece a ideal. Se você é uma delas, é melhor empreender sozinho.
  4. Complicações na dissolução: não cansamos de falar que sociedade é que nem casamento! A dissolução é possível, mas, como é um processo legal, dá trabalho, mesmo que seja fruto de consenso entre os sócios.

 

Uma dica: Se você está considerando trabalhar em sociedade com alguém, envolva um advogado e um contador desde o início para ajudar a formar a sociedade e elaborar acordos legais. Cuide de tudo como um relacionamento, por que assim como um bom casamento, você certamente quer que essa parceria de negócios dure para sempre (ou por muito tempo).

Que a economia brasileira está em crise todos já perceberam. Mas isso não é motivo para jogar a toalha e apenas lamentar o mau momento da economia. Principalmente se você é um empreendedor. “Se o empresário está pessimista, ele deve estar passando esse sentimento também para empresa. Muitas vezes o problema está na forma como se lida com o problema”, afirma o especialista em gestão de pessoas, da Alliance Coaching. Acredite: mesmo na crise, existem diversas formas de você levantar seu negócio. Veja a seguir 7 dicas para conseguir tirar sua empresa da crise de vez.

  • 1- Dispense a vitima: Num cenário de crise é importante que o empresario assuma o controle da situação e não se coloque em papel de vitima em momento algum, foque seus esforços na parte do problema que você pode resolver, então o conselho é ao invés de reclamar, o empreendedor deve se perguntar: Que parte deste problema eu posso controlar? Olhar apenas para o que não tem solução é uma grande perda de tempo. Essa postura também ira ajudar a manter seus colaboradores motivados e confiantes de que esse momento difícil ira passar.

 

  • 2- Não culpe a economia: Culpar o governo e a economia, não vai adiantar. Você deve assumir o controle e a responsabilidade por ter que tomar medidas para superar as dificuldades.

 

  • 3- Tenha um plano de negócios: Você já deve estar cansado de ouvir que sua empresa precisa ter um plano de negócios bem estruturado. Pois adivinhe: isso é ainda mais necessário em épocas de crise. Num período como este,as vezes a empresa tem que diminuir de tamanho, e isso depende de um plano de negócios muito bem feito e estruturado. E não vale a pena ter o plano somete na prateleira e preciso coloca-lo em pratica

 

  • 4- Diferencie-se: Na crise quem vende commodities fica mais vulnerável. Por isso estude uma forma de diferenciar seu produto dos concorrentes. Acompanhe casos de empresas que estão crescendo fortemente por que se diferenciaram de alguma com seu produto ou com seu serviço

 

  • 5- Estude seu modelo de negócios: Além de inovar o produto você também pode ter novas ideias para o seu modelo de negocio. Às vezes o produto não é diferente, mas sim o modelo, há casos de empresas do mesmo setor, com a mesma tecnologia e simplesmente mudando o modelo a empresa se diferencia.

 

  • 6- Mude a Perspectiva: Quando atravessa uma crise, a empresa chega fortalecida ao final desse período de dificuldades. Poucas organizações no mundo não tiveram sua continuidade desafiada. A grande maioria delas em algum momento, seu viu desafiada, e passou por crises que as tornaram mais fortes. Olhar para esse momento com perspectiva ajuda muito a enfrenta-lo de muito mais leve,ao invés de pânico tenha foco e energia.

 

  • 7- Tenha uma ótima contabilidade por trás de tudo isso: Através da Contabilidade a empresa sabe o valor de seus ativos, passivos, receitas, custos e despesas, a rentabilidade e lucratividade do negócio, produtividade da mão de obra e através disso, pode realizar um bom planejamento tributário. A partir de informações contábeis corretas, coletadas por essas áreas, através de notas fiscais, extratos bancários e relatórios financeiros, é possível gerar relatórios ou demonstrativos que possibilitem a tomada de decisão por parte dos gestores, que analisa onde há mais gastos, podendo diminuir alguma despesa ou fazer novos investimentos. Isso em momento de crises é essencial!.

Bom e depois desas dicas, nada como ouvir o relato de quem já passou por isso, no vídeo abaixo nosso diretor, Leandro Bueno- O Contador, entrevista o Ex diretor do Corinthians Alessandro, que conta um pouco como superou uma grande crise nos seus negócios.

 

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