O coaching é um termo que vem ganhando muita força nos últimos tempos. Existem diversos tipos e especialidades dentro do coaching, sendo um deles o coaching executivo. 

Com o objetivo de auxiliar pessoas é que são realizadas as ações de coach, que, atualmente, têm se tornado uma ferramenta de aprimoramento de talentos dentro de empresas. 

Pensando nisso, elaboramos este artigo com o objetivo de lhe apresenta 4 dicas de como conseguir excelência na aplicação de um coaching executivo. 

Continue lendo e confira!

O que é coaching executivo? 

O coaching, especificamente, executivo, tem o objetivo de desenvolver os colaboradores de uma empresa, extraindo seu potencial para aprimorá-lo e melhor utilizá-lo dentro do negócio. Consequentemente, é um forma de promover nos funcionários a busca pelo autoconhecimento.

Este tipo de coaching é uma forma de revolucionar a forma como se lida com a capacidade e potencial dos colaboradores de um negócio, promovendo mais qualidade para o empregado e empregador. 

Agora que você compreendeu o que é o coaching executivo, vamos conferir as 4 dicas para o alcance da excelência! 

1. Conheça seu público 

Para que a aplicação de técnicas de coach seja bem sucedida, é de extrema importância que você, profissional, conheça o público que você irá lidar. 

Dessa forma, se torna mais simples e assertiva a escolha das técnicas e a abordagem que será realizada para conversar e auxiliar os profissionais. 

Dentro do ambiente executivo, é fundamental que o coach seja claro, pontual e objetivo, o que só pode ser feito se o mesmo tiver um conhecimento prévio e mais profundo sobre aquele determinado público. 

2. Defina objetivos

É importante ter objetivos a serem alcançados, que irão direcionar as ações realizadas, com o intuito de atingir tais objetivos. 

Sem a definição de objetivos, ao aplicar o coaching executivo, você pode acabar por ficar sem direcionamento ou foco no que será aplicado, por isso, é importante ter objetivos claro e alcançáveis. 

Ao defini-los, é importante sempre ter em mente quais são as necessidades do seu público e de que forma seus objetivos podem atendê-las. 

confira nossas especialidades 1 - Coaching executivo - 4 dicas para conseguir ter excelência - Contabilidade em São Bernardo do Campo - SP

3. Busque pelas melhores ferramentas para coaching executivo 

O coaching tem se tornado cada vez mais amplo e rico, o que é incrível, se você, profissional, souber trabalhar com tantas opções e ferramentas disponíveis. 

Sendo assim, é vital o estudo do que tem surgido dentro do mercado e sempre buscar se especializar para que possa aplicar as ferramentas que mais geram resultado. 

É preciso buscar pelo que melhor se aplica dentro do ambiente executivo, garantindo a efetividade do que está sendo aplicado. 

4. Aplique métricas e avalie resultados

Para saber se algo tem sido eficiente e surtido efeito, é preciso avaliar. 

Este é um passo fundamental para compreender se as ferramentas utilizadas têm sido as mais adequadas, para compreender o que ainda precisa ser melhorado e reconhecer o que já evoluiu. 

Promover um trabalho de excelência exige uma autoavaliação do próprio coach, para que seja possível sempre melhorar. 

Gostou das dicas que preparamos para a excelência na aplicação de coaching executivo e quer saber mais? Deixe um comentário abaixo ou entre em contato conosco. Ficaremos felizes em ajudar!

Sexta feira dia 22/11 realizamos aqui na São Lucas o Novembro Azul, uma ação para conscientizar nossos colaboradores sobre o Câncer de Próstata.

Além do tipica camiseta azul, resolvemos trazer o Psicologo Fabiano Tiezzi ( @tiezzifabiano ) aqui, para falar um pouco sobre assuntos relacionados ao nosso tema.

Pensávamos que seria um bate papo técnico, e as vezes até um pouco cansativo, mas fomos surpreendidos por uma conversa extramente aberta e convidativa!

Foi imensamente gratificante para nós receber o Fabiano em nossa empresa, o mesmo gentilmente e de forma totalmente filantrópica, nos cedeu 1 hora do seu dia para falar entre várias coisas, sobre depressão, ansiedade e esperança! Assuntos que fazem parte do dia a dia corporativo e que muitas vezes não compreendemos.

Sua energia e a maneira como falava, como carinhosamente nós dava exemplos reais, com os quais realmente nos identificamos, foi impagável.

Ouvir ele falar, deu aos nossos colaboradores o folego que precisavam!

Por isso, se você empreendedor, não faz esse tipo de ação em sua empresa, comece a fazer agora mesmo! ações de endomarketing são incríveis e trazem um novo engajamento aos seus colaboradores!

Seja uma festa, a comemoração de um aniversario, ou eventos como o dia da gentileza, dia da empatia, ou os mais comuns como novembro azul e outubro rosa.

Qualquer momento de descontração entre você e seus colaboradores é importante, da aquele folego que precisamos durante a correria do nosso dia a dia, tornando seu colaborador mais feliz!

 

E colaborador engajado, trabalha feliz! Pense nisso! Coloque em prática e nos conte como foi e o que mudou, será um prazer ouvir seu testemunho.

Antes de se tornar primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama nunca tinha tido a ambição de atuar na cena pública.

Quatro anos depois, no entanto, a reeleição de seu marido, o presidente Barack Obama, se deve também à popularidade de Michelle, que aprendeu a lidar com os holofotes.

Pesquisas realizadas antes das eleições apontavam que a popularidade da primeira-dama superam, inclusive, a do próprio presidente.

Segundo o instituto Gallup, Michelle Obama mantém uma popularidade média dos 66% desde 2010, acima dos 47% de Barack Obama e Mitt Romney.

Discreta desde o início de mandato de Obama, Michelle fez questão de destacar que sua principal função era como mãe de Malia e Sasha, as duas filhas adolescentes do casal.

Na política, ela evitou polêmicas e abraçou como principal causa o combate da obesidade infantil, com a campanha “Let’s Move!” (“Vamos nos Mexer!”) – Michelle já chegou a levar crianças para mostrar os legumes e verduras da horta da Casa Branca.

Outra causa popular à qual ela se dedica é a ajuda às famílias de militares.

A atenção com as crianças reforça a imagem positiva de uma mãe de família, que ganha a identificação – e a admiração – dos eleitores.

“Ela [Michelle] teve papel chave na campanha, prestou um serviço importante ao seu marido.

Quando ele fazia campanha para o Senado, ela não tinha tanto interesse em política, mas se tornou um verdadeiro trunfo para ele, e é uma primeira-dama extremamente popular.

Tivemos muitas primeiras-damas populares: Jacqueline Kennedy, Betty Ford, Laura Bush, Barbara Bush… Todas elas tinham um objetivo definido.

No caso de Michelle, ela está fazendo um bom trabalho com os jovens, e servindo de modelo como mãe”,

avaliou Sandy Maisel, professor de governo da Colby University, no estado americano de Maine, que atualmente dá aulas de estudos americanos na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Nos palanques

Pouco a pouco, a “mãe” Michelle foi assumindo sua importância na campanha do marido.

Às vésperas das eleições, o Partido Democrata precisou dividir suas forças entre os estados em que a disputa era mais acirrada.

Enquanto Barack Obama estava pessoalmente em Ohio, o candidato a vice, Joe Biden, foi à Virgínia e o ex-presidente Bill Clinton viajou à Pensilvânia.

Na divisão, o carisma de Michelle Obama se dirigiu ao sul, aos estados da Carolina do Norte e da Flórida – o mais disputado e valioso dos indecisos, com o quarto maior colégio eleitoral do país.

À noite, ela ainda conseguiu encontrar com o marido nos palanques de Iowa, onde a campanha se encerrou.

Além disso, Michelle acompanhou o marido em outras viagens, ajudou a captar fundos para a campanha democrata e deu entrevistas simpáticas na televisão – como ao “Late Show”, apresentado por David Letterman.

Tanto esforço justificou os agradecimentos de Barack Obama à família no discurso da vitória, em Chicago – terra natal da própria Michelle.

“Eu não seria o homem que sou hoje sem a mulher que aceitou se casar comigo 20 anos atrás.

Permitam-me dizer isso publicamente: Michelle, eu nunca te amei tanto.

Nunca tive tanto orgulho de ver o resto do país se apaixonar por você também, como a primeira-dama da nossa nação.

Sasha e Malia, diante de nossos olhos, vocês estão crescendo e se tornando duas jovens fortes, inteligentes e lindas, como a mãe de vocês.

Estou muito orgulhoso de vocês. Mas devo dizer que, por enquanto, um cachorro é o suficiente”,

afirmou o presidente reeleito, arrancando risadas do público.

Os 20 anos de casamento do presidente, aliás, não puderam ser festejados de forma romântica pelo casal, já que a data caiu em plena campanha presidencial, no último sábado (3).

Assim que a reeleição foi confirmada, Obama postou uma foto com a esposa nas redes sociais.

Trajetória

Michelle nasceu em 17 de janeiro de 1964, em um apartamento de um quarto em South Side, bairro pobre de Chicago.

Seus pais sempre a estimularam a se superar e a conquistar a educação que eles não puderam ter.

Aluna brilhante, ela ganhou bolsa em uma escola especial de Chicago, e depois se formou em Sociologia, em Princeton, e Direito, em Harvard.

Quando deixou Harvard, ela começou a trabalhar em um famoso escritório de advogados de Chicago, onde alguns anos depois conheceu Barack,

um tipo “realmente diferente que, além de ser simpático e bonito, mostra um compromisso e uma seriedade que não se encontra frequentemente”,

confessou ter pensado depois que ele a convidou para um evento comunitário.

O primeiro beijo entre os dois aconteceu do lado de fora de uma sorveteria de Chicago, em 1989.

Em agosto deste ano, o local ganhou uma placa comemorativa em que diz:

“Neste local, o presidente Barack Obama beijou pela primeira vez Michelle Obama”.

Os dois se casaram em 1992.

Em 1996, Michelle deixou o setor privado e começou a trabalhar na Universidade de Chicago, onde desenvolveu um programa social.

Dois anos depois, nasceu a primeira filha do casal, Malia. A segunda, Sasha, nasceu em 2001.

Ela só aceitou que seu marido concorresse pela nomeação à candidatura presidencial democrata em 2007, após cogitar minuciosamente os efeitos da campanha em sua família.

E não é que ele levou a eleição, roubou nossos corações, e me fala; QUEM NÃO GOSTARIA DE SER ESSE CASAL!

Michele é Obama formam uma dupla e tanto e fecham com chave de ouro nossa semana de homenagens!

Espero que você tenha se inspirado e entendido que SIM É POSSÍVEL! ou como fala nosso Barack Obama: YES WE CAN!

 

 

Ela peitou o racismo institucional, criou a maior feira negra da América Latina e contribuiu para a formação do conceito de empreendedorismo negro no Brasil.

Em 15 anos de Feira Preta, um espaço de valorização da produção e da cultura negra, Adriana Barbosa já levou mais de 130 mil pessoas a eventos e ajudou outros empreendedores a movimentarem cerca de R$ 3,5 milhões em São Paulo, Brasília, São Luís e Rio de Janeiro.

Recentemente criou a Black Codes, uma plataforma de pesquisa sobre consumo da população negra.

Resistência e oportunidade

Foi a necessidade que levou Adriana Barbosa, paulistana formada em Gestão de Eventos, a empreender.

Em 2002, desempregada, ela se juntou a uma amiga e começou a vender peças de roupas, suas e de conhecidos, que estavam encostadas no armário.

A seleção foi tão boa que, em pouco tempo, ela viu o estoque crescer a ponto de virar um brechó itinerante.

De feira em feira, Adriana vendia suas peças com uma pequena margem de lucro, que a permitia juntar um dinheirinho e ainda reinvestir na compra de outros produtos usados.

Ela percorreu todas as feiras alternativas de São Paulo, até o dia em que foi vítima de um arrastão que levou embora quase todo seu estoque, e, com ele, grande parte do seu investimento.

Em meio à angústia da perda, de modo inesperado, nasceu a ideia que mudaria para sempre a vida de Adriana.

E se, em vez de disputar espaços ocupados em sua maioria por pessoas brancas, ela pudesse expor peças com as quais ela se identificasse, para pessoas que tivessem os mesmos gostos e interesses do que ela?

“Queria trazer nossa cultura e nossa personalidade para o espaço das feiras. Produtos para pessoas negras, produzidos por pessoas negras”, diz Adriana.

Assim nasceu a Feira Preta

Um evento criado para celebrar e divulgar os costumes e tradições da população afro-brasileira, e para fomentar negócios de empreendedores da comunidade negra.

Além de acreditar na importância da representatividade, a feira também tem por objetivo suprir uma lacuna no fornecimento de produtos para um nicho de mercado muito grande e pouco explorado.

De acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), 51% dos brasileiros se declaram negros ou pardos. “Negras e negros são mais da metade da população brasileira.

Isso representa um potencial de mercado enorme, que não estava recebendo a atenção das marcas”, afirma Adriana.

Sucesso absoluto desde a primeira edição, quando recebeu quase 7 mil pessoas para conhecer e prestigiar o trabalho de 40 empreendedores locais.

A Feira Preta já recebeu mais de 130mil visitantes e 500 expositores em quatro estados brasileiros, e movimentou mais de R$ 3,5 milhões em 15 anos de história.

Hoje, é considerada a maior feira negra da América Latina.

Por conta própria

A Feira Preta hoje é muito mais que um evento. Se transformou em uma plataforma de impulsionamento do empreendedorismo negro, oferecendo cursos de formação e trocas de experiência entre empresários.

Em 2009, o Instituto Feira Preta criou o primeiro coworking com foco em abrigar projetos voltados para a valorização da produção negra, a Casa Preta.

A iniciativa recebeu apoio da Cooperação Internacional AECID e da Embaixada da Espanha e, em apenas três anos, realizou uma série de cursos, exposições, shows, mostras, saraus, bazares e venda de produtos afros.

O instituto também já fez parcerias com o Sebrae, por meio do programa Preta Qualifica, que proporciona formação técnica para artistas, artesãos e microempresários negros e pardos.

Adriana explica que existem dois perfis de empreendedores negros no Brasil.

As pessoas que têm um negócio próprio por necessidade, e os empreendedores mais jovens, que enxergaram um potencial de mercado nesse nicho específico.

Os mais novos também acreditam que ser negro e empreender é uma maneira de resistência, e uma oportunidade de reescrever a própria narrativa de vida valorizando sua história e ancestralidade.

O último estudo sobre Micro Empreendedores Individuais divulgado pelo Sebrae aponta que mais da metade dos pequenos empreendedores brasileiros são negros.

Entre 2002 e 2012, o número de pessoas negras que lideram empresas cresceu 27%, contra uma redução de 2% no número de pessoas brancas que fazem o mesmo.

A maior parte desses empreendedores são mulheres negras, híper qualificadas, que não encontram espaço no mercado tradicional.

“E apesar de termos tantos empreendedores negros, ainda existe muito pouco incentivo institucional, como editais, formação de longo prazo e linhas de créditos voltadas para esses empreendedores”, diz Adriana.

Segundo Problema á enfrentar

Outro problema enfrentado pelos empreendedores negros, e por marcas que querem vender para esse nicho, é a falta de informação sobre consumo da população negra.

Por isso, em 2016, Adriana se uniu ao publicitário, antropólogo e amigo Diego Gervaes, e criou a Black Codes, a primeira start-up de inteligência brasileira que fornece insights sobre consumo de pessoas negras a partir de pesquisas de mercado.

Para Adriana, empreender vai além de vender um produto ou serviço.

É um modo de apoiar outras mulheres negras que queiram se tornar independentes.

O recado que ela deixa para quem está começando?

“Compartilhe seu conhecimento e esteja disponível para o coletivo. Se fortaleça com outras empreendedoras. A luta é árdua e parece solitária, mas não é. Esse é um caminho coletivo.”

Fontes: https://shemeansbusiness.fb.com/

As ferramentas de coaching tem se tornado cada vez mais comumente utilizadas.

Essa é uma forma de inspirar e estabelecer uma relação mais humana com seus clientes, o que, com certeza, é uma forma de fidelizá-los. 

O coaching é uma forma muito eficaz de lidar com seus colaboradores de uma forma que os incentive e inspire, por isso, tem sido muito utilizada dentro de empresas. 

Neste artigo, vamos falar sobre 4 ferramentas de coaching que você precisa conhecer e se aprofundar para conseguir inspirar os seus clientes! 

Confira!

O que é coaching? 

O coaching é o que o coach realizada, com a função de auxiliar uma pessoa a encontrar autoconhecimento e enxergar diversos aspectos da vida com uma visão realista, porém, positiva. 

Dentro de empresas, esta é uma forma de incentivar os colaboradores a se conhecerem para que, assim, seja possível que eles trabalhem e vivam em suas vidas pessoais com suas melhores versões. 

Além disso, o coach tem a função de inspirar as pessoas a buscar esse autoconhecimento, que pode não ser uma tarefa fácil e isso é feito através das ferramentas de coaching. 

É importante salientar que existem diversos tipos de coaching, voltados para contribuir na vida das pessoas de diversas formas. Sendo assim, vamos focar nas ferramentas que são voltadas para aspectos empresariais. 

Tendo compreendido o que é coaching, vamos te apresentar 4 ferramentas que você precisa dominar para impactar de forma inspiradora a vida de seus colaboradores. 

confira nossas especialidades - Ferramentas de coaching - 4 ferramentas para inspirar seus colaboradores - Contabilidade em São Bernardo do Campo - SP

1. Encontrando missões 

Viver, seja a vida pessoal ou profissional, sem objetivo a deixa vazia e desmotivada. Pensando nisso, esta ferramenta de coaching busca levar pessoas a encontrar missões que deem uma razão para suas ações e sensação de satisfação por suas conquistas. 

Ao encontrar uma missão, é possível planejar e traçar metas para realizá-las, objetivando o dia a dia das pessoas. Isso auxilia muito na produtividade dentro do espaço de trabalho. 

2. Desvendar soluções

Compreender quais são os problemas existentes e encontrar meio de os solucionar é a função desta ferramenta. 

Muitas vezes não é simples identificar um problema, muito menos encontrar as soluções. por isso, a aplicação de uma ferramenta que torne o desvendamento de soluções uma missão, é uma forma de melhorar – e muito! – a vida pessoal e profissional de uma pessoa. 

3. Valores centrais 

Isso vale tanto de forma pessoal como valores centrais da empresa. Ter valores é uma forma de definir a moral de uma pessoa, a forma como ela age, o que ela preza e como se desenvolve. 

Essa é uma ferramenta que também influencia em como a pessoa irá conquistar seus objetivos, bons valores são fundamentais para bons colaboradores. 

4. Let It Go 

Essa frase, em português, quer dizer : “Deixe ir”. Essa é uma forma de deixar de lado sentimentos, valores e missões ruins, que impedem o crescimento profissional de uma pessoa. 

Deixar inseguranças, traumas e receios irem embora é uma das formas mais efetivas de conseguir melhorar os próprios objetivos e obter sucesso na vida como um todo. 

Essas são algumas das ferramentas de coaching que podem inspirar seus colaboradores. Gostou do artigo? Deixe um comentário e compartilhe em suas redes sociais!

E se ficou com alguma dúvida, entre em contato conosco!

Jovem gestora e fundadora do Movimento Black Money, Nina Silva compartilha suas lições de vida e empreendedorismo

Nina Silva, atua com tecnologia da informação há 17 anos, está aos poucos mudando esse quadro.

Ela é fundadora do Movimento Black Money, com iniciativas para educação, empreendedorismo e inclusão financeira da população negra. Mais de 50 mil pessoas aderiram à rede.

“Já passei por clientes duvidando de que eu fosse a gestora do projeto, perguntando se eu não era a recepcionista”. Questionando porque eu trabalhava com um sistema de tecnologia alemão, quando deveria estar procurando um marido por lá”, afirmou.

“Meu currículo chegava na frente e a figura chegava depois. Quando as pessoas me viam, demonstravam seu real preconceito.”

Nina foi considerada uma das mulheres mais poderosas do Brasil pela revista Forbes e uma das 100 personalidades afrodescendentes mais influentes com menos de 40 anos de idade pela Most Influential People of Africa Descent.

Também entrou recentemente para a lista de dez mulheres que transformam o empreendedorismo e a inovação, elaborada por EXAME.

Além de fundadora do Movimento Black Money, Nina é líder em gestão de projetos em tecnologia da informação na consultoria de TI ThoughtWorks.

Anteriormente, trabalhou para empresas como a fabricante de bebidas Heineken, a montadora Honda e a companhia de cosméticos L’Oréal.

Também é mentora e palestrante — recentemente falou sobre inclusão financeira dos negros no Fórum CEO Brasil, do Experience Club.

Na entrevista a Revista EXAME, Nina falou sobre como empresas podem ser mais diversas e a importância de fomentar o afroempreendedorismo com iniciativas próprias à população negra.

“Temos mentores ativos que resolvem a lacunas históricas que o racismo impôs aos empreendedores negros, como empreender sem saber de quanto capital de giro precisar ou como fazer o pitch da empresa.

Queremos criar a mentalidade de que eles têm uma startup e podem escalar e concorrer junto a empreendedores não-negros.”

Veja os principais trechos da entrevista da revista EXAME com Nina Silva, fundadora do Movimento Black Money:

Revista EXAME — Como foi e é sua experiência no mercado de tecnologia da informação? Você enfrentou algum tipo de discriminação de cor ou gênero?

Nina Silva — Sou formada em administração e especializada em tecnologia, especialmente no sistema SAP. Eu trabalho há 17 anos nessa área, com softwares abertos e fechados.

A tecnologia da informação sempre foi cobiçada, seja por altos salários ou pelo status. Trabalhei em multinacionais, fora do país e liderando equipes de 60 pessoas.

Mas esse setor não refletia minha imagem e meu lugar de pertencimento.

Havia uma falta de pares nas instituições e sentia solidão enquanto corpo negro. P

or mais que eu tivesse uma performance melhor, homens brancos recebiam salários mais altos. Havia mulheres brancas, ainda que poucas.

Homens negros quase não eram vistos. Mulheres negras, nem pensar.

Sentia a necessidade constante de pontuar que aquele lugar era meu por direito, que eu era e sou uma profissional de tecnologia.

Já passei por clientes duvidando de que eu fosse a gestora do projeto, perguntando se eu não era a recepcionista.

Questionando porque eu trabalhava com um sistema de tecnologia alemão, quando deveria estar procurando um marido por lá.

Meu currículo chegava na frente e a figura chegava depois. Quando as pessoas me viam, demonstravam seu real preconceito.

Revista EXAME —Por que a diversidades é tão importante para as empresas?

As empresas têm uma visão de mundo eurocêntrica, com um padrão masculino e branco.

A diversidade deve ser encarada dentro das organizações, mas precisa do patrocínio de pessoas de alta hierarquia na organização, que não querem perdem sua posição.

Quem pensa em manter o status quo está com uma mentalidade analógica, e não digital.

Estamos em um mundo em que as pessoas se dialogam e o aspecto humano precisa ser representado de todas as formas e em todos os níveis da companhia.

Precisamos denunciar as empresas que não fazem a inclusão.

Se eu não sirvo para estar no ambiente de trabalho e dialogar com a diretoria, o meu dinheiro também não deveria servir.

Se não há mulheres no conselho de administração, porque eu vou optar por comprar nessa empresa, enquanto mulher que toma as decisões de compra dentro de casa?

Da mesma forma, se a população negra movimenta 1,7 trilhão de reais na economia por ano, por que circular esse dinheiro em empresas que deixaram claro que nunca nos absorverão?

Os consumidores sabem o que se passa nas empresas hoje. Aquelas que viram suas costas para o desenvolvimento de todos no ambiente de trabalho estão fadadas à obsolescência no futuro do trabalho.

Há nichos de mercados em diversas populações marginalizadas, que se fidelizam quando se veem representadas na companhia e dialogam com ela.

As companhias que se mantêm em clubes fechados não serão inovadoras.

Cabeças diferentes pensam em soluções diferentes, otimizando o tempo de experimentação, e as empresas precisam disso até para ter melhores resultados.

Revista EXAME —Quando você criou o Movimento Black Money e qual é a proposta da iniciativa?

Desde consultora até gestora de projetos e gerente de portfólio, eu sempre questionava o que eu deixaria de legado além da minha carreira.

O Movimento Black Money veio muito como uma resposta à busca do meu propósito.

Sentia uma inquietação em ver lugares que não são ocupados por outras mulheres e outras pessoas negras.

Mais ainda, queria criar a autonomia para que que nós não precisemos desses lugares.

Será que nós sempre vamos ter de ficar pedindo inclusão, uma oportunidade para o mesmo grupo que nos oprimiu? Nunca acreditei que a real autonomia e liberdade da população negra no mundo se darão por outras mãos.

O Movimento Black Money surgiu inspirado no pan-africanismo, com a proposta de deixar o capital financeiro e social circulando o maior tempo possível na comunidade negra.

Queremos buscar oportunidades com equidade, porque sabemos que a igualdade não existe. As pessoas partem de contextos diferentes.

Nosso objetivo é gerar nossa própria cadeia produtiva, de fornecimento até consumo consciente e intencional de produtos e serviços de negros.

O movimento é uma espécie de hackeamento do sistema: um centro de inovação que busca a emancipação por meio de ferramentas digitais.

Revista EXAME —Que tipos de atividades práticas vocês realizam por meio do Movimento Black Money? Fale mais sobre as frentes de educação, empreendedorismo e inclusão financeira.

Damos cursos para profissionais negros, voltados à inserção na área de gestão e tecnologia.

São treinamentos rápidos, em que se cria uma mentalidade de desenvolvimento.

Encaminhamos as pessoas que tiveram um ótimo desempenho e querem se tornar desenvolvedoras full stack para escolas digitais parceiras, com bolsas de estudo.

Vemos também uma lacuna educacional em empreendedorismo.

Não somos formados para pensar como donos dos nossos próprios negócios.

Pelo contrário: somos donos dos nossos negócios por uma tentativa de suprir o desemprego. Cerca de dois terços da população brasileira desempregada são negros.

Tivemos turmas com 95% de mulheres negras e estudantes com mais de 50 anos de idade.

Algumas formaram empresas juntas depois de passarem por nosso programa.

Outro braço relacionado é o de networking, para empreendedores negros. A ideia é promover eventos e workshops para eles aprenderem novas ferramentas, divulgarem seu trabalho, trocarem cartões e criarem redes de negócio e de trabalho.

Temos mentores ativos que resolvem a lacunas históricas que o racismo impôs aos empreendedores negros, como empreender sem saber de quanto capital de giro precisar ou como fazer o pitch da empresa.

Queremos criar a mentalidade de que eles têm uma startup e podem escalar e concorrer junto a empreendedores não-negros.

Além de iniciativas de educação e de empreendedorismo, lançamos recentemente um braço de inclusão financeira.

Temos uma maquininha de crédito e débito própria, a Pretinha, que incentiva taxas mais justas aos microempreendedores negros e realiza antecipação de recebíveis.

A maioria das micro e pequenas empresas são criadas por negros.

Mas o empreendedor negro tem o crédito três vezes mais negado em instituições financeiras do que o empreendedor branco, nas mesmas condições de tomadas de recursos.

Muitos deles não conseguem taxas atraentes por conta de seu volume de venda ou nem maquininha têm. Para o futuro, queremos lançar mais serviços financeiros, como uma conta digital e microcrédito.

Revista EXAME —Que conselho você daria para os profissionais que buscam entrar no mercado de tecnologia e de empreendedorismo?

Pense no seu propósito: o que te move e qual legado você quer deixar, não apenas para satisfação própria mas para a construção de uma riqueza enquanto pessoa, com impacto social.

A partir daí você consegue se encontrar e traçar seus próprios caminhos, meios para alcançar esse objetivo.

Aconselho que você seja sempre um empreendedor, como dono de um negócio próprio ou como funcionário de uma organização.

Inovar não depende de criar sua própria empresa e os intraempreendedores são valorizados nas organizações.

 

Essa mulher é INCRÍVEL!! e vale a pena acompanha-la!

Instagram da Nina 

Instagram Movimento Black Money

Inspire-se com essa historia incrível e continue acompanhando essa semana motivadora com empreendedores negros!

Fonte: Geledes Instituto da Mulher Negra