Devido a crise de coronavírus, 7 mil empresas estão em Recuperação Judicial e o número pode crescer.

Mais de 7 mil empresas estão em recuperação judicial e outras 220 já entraram em processo de falência no Brasil.

O número foi revelado nesta quinta-feira, 28, pelo secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, que admitiu haver uma preocupação do governo em relação ao número de empresas que podem falir em meio à crise econômica causada pelo novo coronavírus.

“Hoje, existem cerca de 220 empresas em estado falimentar. […] Existem 7,2 mil ou 7 mil e poucas empresas em recuperação judicial, que remontam um total de crédito ligado a elas de R$ 285 bilhões”, revelou Waldery Rodrigues, que representou o Ministério da Economia em audiência pública promovida pela comissão mista que acompanha o enfrentamento da covid-19 no Congresso Nacional nesta quarta-feira.

Recuperação Judicial

De acordo com Waldery, esses números de empresas que estão em recuperação judicial podem crescer ainda mais.

“Esse número pode crescer. Mas a gente não deseja isso. Queremos criar condições de manutenção das cadeias produtivas e não uma série de falências solicitadas. […] Esse número está sendo olhado com uma lupa, para que não cresça, para que tenhamos condições de recuperação da economia e de reverter esse quadro tão logo possível”, afirmou.

Para isso, Waldery disse que o governo vai entrar em contato com os parlamentares para alinhar os projetos que estão tramitando no Congresso Nacional com o intuito de atualizar a lei de falências e de recuperação judicial brasileira.

Crédito

O secretário da Fazenda também foi questionado, contudo, sobre o que o governo vai fazer para destravar a concessão de crédito para as empresas brasileiras e, assim, ajudar esses negócios a sobreviver a essa crise. Houve pressão, sobretudo, para a liberação de crédito para as micro e pequenas empresas, que foram duramente afetadas pelo coronavírus, mas estão há semanas reclamando da dificuldade de obter crédito na pandemia.

Waldery alegou que o governo está de olho nas linhas de crédito emergenciais anunciadas em meio ao coronavírus e no que é preciso fazer para “empurrar esses recursos”, para que eles de fato cheguem na ponta e não fiquem empoçados nos bancos. Porém, não apresentou novas medidas em relação ao crédito.

O secretário lembrou que o Executivo já está fazendo os ajustes burocráticos necessários para colocar o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) para rodar. O Pronampe foi aprovado há mais de um mês pelo Congresso e foi sancionado na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas ainda está sendo regulado e, por isso, ainda não está atendendo os pequenos negócios.

Waldery ainda disse que o programa de financiamento da folha das pequenas e médias empresas, que não teve o retorno esperado no primeiro mês de operação, deve ter uma procura maior na sua segunda parcela, segundo estudos do Banco Central. E garantiu que outra linha de crédito focada das médias empresas também deve ser lançada em breve através do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), bem como o socorro a grandes empresas como as companhias aéreas.

Fonte: Contábeis

Cash RunWay é uma técnica que pode ajudar empresários a sair da crise causada pela COVID-19.

A empresa brasileira, especialmente a micro e pequena, está caminhando para a UTI. A pandemia do novo coronavírus e a consequente paralisação mundial da economia têm impactado profundamente os negócios e a falência de muitos CNPJs já é tida como certa por especialistas.

Todo ser humano, em meio a uma crise de grandes proporções, tende a passar por algumas fases. A primeira é a da negação, que, neste caso, induz ao pensamento de que a pandemia está longe, vai passar logo e não vai chegar perto ou impactar de alguma forma.

A segunda é a etapa do desespero, que leva a decisões emocionais ou irracionais, ineficazes ou ineficientes, trazendo como consequências perda de dinheiro, tempo, energia e criatividade.

Passadas essas duas etapas, é hora de tomar decisões racionais, ponderar e buscar soluções, porque elas existem.

Da mesma forma que omo um médico intensivista cuida de pacientes em estado crítico na UTI acompanha pressão arterial, batimentos cardíacos e outros sinais vitais, o empresário precisa do monitoramento para tratar da saúde do seu negócio. Sem esse trabalho, o médico não consegue indicar o tratamento adequado, receitar a medicação correta, na dose e hora apropriadas. Assim também deve ser o empreendedor.

Como ajudar as pequenas empresas?

O Cash Runway é uma métrica utilizada mundialmente que trabalha, baseada em dados, o fôlego financeiro de uma empresa em determinado período. Após diversas experiências com grandes e pequenas empresas no Brasil e exterior, trago aqui uma adaptação desta técnica de salvamento empresarial às peculiaridades do nosso país. Em definição, Cash Runway corresponde ao período de tempo em que uma empresa permanecerá solvente, supondo não obter mais dinheiro.

A equação para encontrar este indicador é simples: basta somar todo o dinheiro em caixa, nos bancos, contas correntes e aplicações de curto prazo, e dividir o montante obtido pelo gasto mensal. Feita a conta, é possível identificar, em meses, o fôlego financeiro do negócio.

No caso brasileiro, se forem identificados 12 meses ou mais o status é apenas “de Observação”, devendo o empreendimento não passar por grandes problemas, como o paciente que recebe alta e vai para casa. Mas isto não dispensa a empresa de continuar monitorando os seus sinais vitais para não ter recaída.
Caso haja reservas para um intervalo variando de seis a doze meses, configura-se o “Estado de Alerta”, e isso exigirá ações para a redução de gastos – seria como se o paciente ficasse internado para tratamento, mas não na UTI.

No entanto, se o Cash Runway estiver entre três e seis meses, o estado é “de Emergência”, o que vai requerer cortes profundos, com a empresa indo para a UTI e sofrendo intervenção cirúrgica, sem anestesia.

Por fim, se o resultado for menor de três meses, a organização é classificada “em estado de Calamidade” e necessitará de intervenções drásticas como ser entubada para sofrer uma cirurgia mais complexa.

Infelizmente, uma pesquisa do JPMorgan Chase Institute aponta que a autossuficiência financeira da maioria das pequenas empresas no mundo é de apenas 27 dias.

Identificado o Cash Runway, é hora de colocar a metodologia em prática. Tendo esse diagnóstico em mãos é possível criar um painel de controle da UTI do negócio, e esse monitoramento de índices e indicadores permite a tomada de decisão de forma racional, rumo à saúde empresarial, sempre dando prioridade a projetos que possam gerar maior impacto financeiro no menor prazo, uma vez que em grandes crises como está, não há previsibilidade de três meses ou meio ano, e as medidas se concentram no curto período.
Na busca por essa melhoria, é preciso entender todo o funcionamento do Cash Runway, que pode ser influenciado pelo EBTDA, capital de giro, investimentos, dívidas, pró-labore e lucros distribuídos.

A racionalização do processo permite a identificação de ações visando os custos, considerando que o ganho nesse caso é muito maior. Isso significa mudar processos produtivos, inovar, alterar a forma de vendas, entre outros.

O trabalho é maior, mas o resultando, expressivamente melhor. Em outra frente, é importante trabalhar as receitas, reduzindo os cancelamentos, as inadimplências e o downgrade – termo utilizado para os pedidos dos clientes de redução de honorários -, além de criar produtos, abrir novos mercados ou conquistar clientes.

As mudanças oriundas dessas frentes e de outras como os trabalhos com investimentos, dívidas, lucros e dividendos e pró-labore levam em conta duas variáveis: além da busca por aumento do Cash Runway, o Payback, termo utilizado para a referência ao tempo em que o projeto se paga.

Trabalhe em equipes, crie salas de guerra!

Para viabilizar tudo isso, a metodologia sugere a criação de salas de guerra, compostas por diferentes líderes e colaboradores: a primeira com o objetivo de reduzir o gasto mensal e gerar caixa, a segunda buscando a manutenção de receitas e a descoberta de oportunidades, cabendo à terceira mirar na geração de novas receitas.
Sob o comando do empresário, que deve coordenar essas salas, priorizar os projetos, controlar as ações, motivar a equipe, e contar com o apoio de uma assessoria contábil, que é fundamental especialmente na sala de custos – Tendo em vista o entendimento pleno de questões trabalhistas, tributárias e financeiras –, com o tempo será possível comparar uma planilha do momento com a inicial e verificar o aumento gradativo do fôlego financeiro.

De forma gradual, a empresa ganha novos status: de Calamidade para os estados de Emergência, Alerta e Observação.

Enfim, os efeitos negativos da quarentena no Brasil já estão postos e, certamente, haverá uma quebra de paradigmas de comportamento do consumidor e formas de negociação daqui em diante. Não há fórmulas mágicas, mas há caminhos que podem auxiliar as empresas a superarem essa fase.

Pelo menos para os CNPJs, a COVID-19 tem cura.

O Plenário do Senado aprovou o projeto que libera empréstimos de até R$ 100 mil a juros baixos para profissionais liberais. Objetivo do  PL 2.424/2020 é minimizar prejuízos com a pandemia da covid-19. Senadores também aprovaram a medida provisória que fixou o salário mínimo em R$ 1.045 (MP 919/2020). O novo valor já está valendo desde fevereiro, mas precisava ser confirmado pelo Congresso.

Fonte: Agência Senado

O Presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), prorrogou por 60 dias a validade da Medida Provisória 936, que permite a redução de jornada dos trabalhadores com redução proporcional do salário e a suspensão total do contrato de trabalho durante a pandemia do coronavírus.

O ato foi publicado hoje no Diário Oficial da União. A MP foi publicada em 1º de abril e perderia a validade no fim do mês, caso não fosse prorrogada.

Não há possibilidade de nova prorrogação, e o Congresso precisa aprovar a medida para que ela se torne lei.

Ontem, o Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que pretende colocar a MP em votação na Casa ainda nessa semana. A MP 936 permite que empresas façam acordo direto com o empregado para diminuir a jornada e o salário ou suspender o contrato de trabalho por tempo determinado.

Para compensar os trabalhadores atingidos, o governo paga uma parcela ou o valor integral do seguro-desemprego.

Fonte: Jornal Contábil

Modelos de e-commerce – Qual escolher?

A Simples Escolha Do Modelo De E-Commerce Correto Para Sua Loja Virtual Impacta Diretamente em 80% Do Seu Sucesso!

Entenda como uma visão simples sobre esse complexo mercado é capaz de fazer com que você escolha a melhor opção dentro os modelos de e-commerce possíveis!

É normal, e até esperado, que compliquemos coisas simples – por puro desconhecimento ou despreparo…

Você mesmo pode validar essa hipótese. Pense bem, você, como comerciante ou futuro comerciante, antes de se aprofundar em vendas não tinha uma concepção clara de como gerir um negócio.

É claro que a lógica é sempre simples para quem compra:

“Eu pago e recebo o produto!”

Mas, para quem vende, o buraco é mais embaixo, pois, é preciso:

  • Precificar, mas para isso têm que ser analisadas as suas despesas;
  • Gerir estoque, mas para isso tem que negociar com fornecedores;
  • Pagar impostos, mas para isso é necessário estar em regularidade com a Receita Federal.

Entenda, o que antes era complexo, aos poucos se torna mais simples – porém, não mais fácil, importante ressaltar, você precisa manter-se esforçado e focado em suas tarefas!

E o mesmo acontece com o mercado digital!

Pense bem, se virmos a vastidão de requisitos que devem ser analisados para o sucesso, é necessário um dicionário…

  • Servidor VPN, VPS;
  • DNS;
  • Backend, Frontend;
  • CMS;
  • Google Ads, Facebook Ads;
  • Pixel de Conversão;
  • Analytics;
  • Meta tags…

Bom, é coisa para caramba!

Mas, vamos simplificar tudo isso para você com um exemplo muito claro, que te ajudará a escolher o melhor dentre os modelos de e-commerce disponíveis.

confira nossas especialidades 1 - Modelos de e-commerce – Qual escolher? - Contabilidade em São Bernardo do Campo - SP

A internet é como um colossal shopping!

Para entender os modelos de e-commerce é preciso ter uma boa infraestrutura

Sim, isso mesmo, imagine a internet como um shopping colossal, onde cada site (DNS) é uma loja:

  • Existem lojas grandes, que suportam mais visitantes, sem comprometer a operação dos seus vendedores – o que chamamos de sites com servidores dedicados;
  • Existem redes de lojas grandes, que conseguem atender ainda mais consumidores, todas com a mesma marca ou com marcas diferentes – que são redes de servidores dedicados; e
  • Existem as lojas menores que dividem espaço com outras lojas dentro de um mesmo espaço (os boxes) – que no caso são os servidores compartilhados.

Para entender os modelos de e-commerce é preciso cuidar da sua fachada

Entendida a sua capacidade de atendimento, chega a hora de dar uma roupagem atraente à sua loja – afinal, ninguém entra em loja capenga dentro de um shopping com tantas opções atraentes!

Desse modo, chega a hora de cuidar do design do seu site (frontend), que é responsável por manter ou afastar as pessoas da sua loja virtual de vez!

Para entender os modelos de e-commerce é preciso ter processos ágeis

Com uma estrutura bacana, com uma vitrine legal, chega a hora de deixar o seu atendimento muito bem organizado.

E para isso é necessário cuidar da programação de como será realizado (backend).

Por exemplo, se uma pessoa clicar em comprar, ela vai para a página de compra ou para o carrinho?

Existe alguma formatação que faça aparecer os destaques ou produtos mais vistos por aquele usuário na sua área logada – ou tem como criar uma área logada exclusiva para ele?

Tudo isso o backend pode resolver!

Bom, tanto para o frontend – o design da página – quanto para o backend – a programação – existem modelos de e-commerce mais baratos, que utilizam CMS (Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo), mas que te limitam muito, ou você pode optar por modelos de e-commerce mais caros, contratando um desenvolvedor ou equipe de desenvolvedores, que te proporcionam maior liberdade para fazer o quiser – e for possível.

Para entender os modelos de e-commerce é preciso ser bem recomendado pelos guias

Com a loja virtual funcionando, é preciso ser encontrado pelos seus clientes e, para isso, você pode distribuir panfletos pelas redes sociais ou então contratar vários robôs que distribuam seus panfletos só para que for interessado por produtos como os seus.

Existe também a opção de aparecer no catálogo principal deste shopping, mas, para isso, existem duas formas:

  • Pagando, que é o que chamados de links patrocinados (os resultados que aparecem como anúncio no Google); ou
  • Sendo bem falado e, para isso, é preciso que você tenha tanto uma fachada bacana (frontend) quanto uma operação bem estrutura e sem bagunça (backend).

Para entender os modelos de e-commerce é preciso contar com uma contabilidade especializada

Por fim, a escolha do melhor, entre os modelos de e-commerce, fica com você, mas você já deve ter em mente que alto desempenho necessita de alto investimento.

Sendo assim, para te ajudar a organizar as suas contas para que você invista no sucesso da sua loja virtual, conte conosco, da São Lucas Assessoria!

Essa simples escolha entre servidor, desenvolvimento, anúncio e segmentação impactam diretamente em 80% do seu sucesso, pois determinando quantas pessoas entrarão em contato com você… 

Os outros 20% são referentes à sua operação offline: 

  • Frete;
  • Estoque;
  • Precificação.

Questões que uma contabilidade especializada tem maestria em te ajudar!

Para saber mais do que podemos fazer por você, acesse: Contabilidade para E-commerce.

O PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIONAL, cumprindo o que dispõe o § 1º do art. 10 da Resolução nº 1, de 2002-CN, faz saber que, nos termos do § 7º do art. 62 da Constituição Federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001, aMedida Provisória nº 936, de 1º de abril de 2020, publicada, em Edição Extra, no Diário Oficial da União no mesmo dia, mês e ano, que “Institui o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda e dispõe sobre medidas trabalhistas complementares para enfrentamento do estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020, e da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (covid-19), de que trata a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, e dá outras providências”, tem sua vigência prorrogada pelo período de sessenta dias.

Congresso Nacional, em 27 de maio de 2020

Fonte: Diário Oficial Da União