Registro de empresa: veja quais são as novas regras

Se você está pensando em abrir um empreendimento, precisa conhecer as regras para efetuar o registro.

Elas passaram por algumas mudanças em 2020, devido à Instrução Normativa nº 81 que fez atualizações nos manuais de registro público de empresas, com o objetivo de desburocratizar e facilitar o acesso para quem quer empreender no país.

Sendo assim, no documento constam todas as normas vinculadas ao processo de abertura, modificação e fechamento para as empresas:

  • Empresário Individual,
  • Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli);
  • Sociedades empresárias,
  • Cooperativas.

Essa nova instrução pode ser acessada no site do Ministério da Economia, mas para te ajudar, vamos falar sobre todas as principais mudanças neste texto. Confira e tire todas as suas dúvidas!

Principais alterações

Uma das mudanças tem a ver com o nome empresarial. Segundo a Instrução Normativa, não é preciso identificar a atividade que será realizada no nome empresarial, podendo ser registrados das seguintes formas:

  • Nome da empresa;
  • Razão social, composto pelo nome civil completo ou abreviado de um dos sócios,
  • Denominação social.

Mas lembre-se que a palavra “grupo” somente poderá ser utilizada para grupos de sociedade.

Documentos

O que assusta muitos empreendedores é a quantidade de documentos e o reconhecimento de firma, o que torna todo processo mais extenso.

Agora, a documentação para a abertura da empresa em questão deve ser apresentada em apenas uma via e não é mais necessário ser reconhecida em firma ou autenticada em cartório, o que pode ser feito por um contador.

Para isso, é necessário ter apenas uma declaração de autenticidade. Mas você deve estar se perguntando sobre a segurança e a possibilidade de falsificação de assinaturas.

Neste caso, a Instrução Normativa estabelece um procedimento para o cancelamento do registro.

Processo digital

Com a modernização de vários serviços, a assinatura pode ser eletrônica através do certificado que é emitido por uma entidade credenciada no ICP-Brasil. Esse certificado será bastante útil em outros momentos da vida empresarial.

Desta forma, o registro da empresa é feito de forma automática após a junta comercial verificar possíveis irregularidades.

Capital

Conforme a nova Instrução Normativa, é admitida a integralização do capital de empresas individuais de responsabilidade limitada, que precisa ser de 100 vezes o salário mínimo em vigor.

Registro de contratos

A normativa também aceita o registro de contratos contendo classes distintas de quotas, Sendo assim, o limite de quotas preferenciais passa a ser o mesmo que consta na Lei 6.404/76 (Lei das S.A).

Para utilizá-las é necessário que o contrato da empresa tenha previsão de aplicação supletiva da Lei das S.A à sociedade. Há ainda a previsão de quotas presenciais sem direito a voto.

Participação

Para administrar uma sociedade é preciso que o interessado resida no Brasil, porém os integrantes de conselhos de administração e fiscal podem ser residentes no exterior.

Quando há a saída de um dos sócios, é preciso informar à sociedade com antecedência para ser feito a anotação no cadastro da empresa sobre a retirada do sócio e a mesma deverá regularizar o quadro societário.

Em caso de falecimento de sócio único, a sucessão será feita alvará judicial ou na partilha, por sentença judicial ou escritura pública de partilha de bens.

Assim, as obrigações dos sócios falecidos, contraídas com a sociedade, e as oriundas de sua responsabilidade como sócio em face de terceiros, passam aos herdeiros, prescrevendo, porém, após um ano contado do dia da abertura da sucessão, ressalvados os casos previstos em lei.

Mas se os herdeiros não tiverem interesse na sucessão, não é necessário a apresentação do alvará e/ou formal de partilha. A liquidação acontece sem depender da vontade dos herdeiros e também sem a necessidade de uma autorização judicial.

Fonte: Jornal Contábil

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Saiba como contar com um co-produtor pode alavancar expressivamente o seu negócio digital!

Atuar com um negócio digital tem sido uma alternativa cada vez mais buscada, afinal, as possibilidades e facilidades oferecidas são extremamente vantajosas. 

Contudo, ainda que as possibilidades oferecidas sejam ótimas, é preciso encontrar a melhor forma de se consolidar no mercado digital, de forma a atingir seu público e conseguir se consolidar.

Para isso, existem diversas formas de se ter um negócio digital, dentre elas, contar com um co-produtor, que será seu(sua) aliado(a) para alcançar o sucesso. 

E é exatamente sobre isso que falaremos ao longo do artigo, sendo assim, confira até o fim todo o conteúdo que preparamos para você.

Co-produtor – o que é e como funciona?

Como o próprio nome já diz, o co-produtor é ter alguém que estará te auxiliando em todo o projeto da empresa, atuando como parceiro para fazer com que tudo funcione. 

Quando falamos em co-produtor para negócios digitais, não necessariamente as mesmas tarefas precisarão ser realizadas por ambos. O ideal é que seja um trabalho complementar. 

Ou seja, você tem toda a ideia do produto planejada de forma impecável, contudo, não tem a expertise necessária para lançá-la de forma que alcance o público-alvo… É aí que entra o co-produtor para te auxiliar a colocar em prática.

Vantagens e desvantagens de contar com um co-produtor

Tudo tem seus prós e contras, por isso, falaremos sobre quais são as vantagens e desvantagens que você encontra ao ter um co-produtor em seu negócio digital. 

Vantagens: 

  • Aliado para fazer o negócio funcionar; 
  • Mais ideias; 
  • Divisão de tarefas; 
  • Troca de conhecimento; 
  • Maior qualidade; 
  • Otimização do tempo;
  • Mais investimento no negócio; e muito mais!

Desvantagens:

  • Por vezes, ceder em relação às ideias; 
  • Divergências de opiniões;
  • Não ter total controle sobre os projetos. 

Com base nas vantagens e desvantagens, é perceptível que vale a pena contar com um co-produtor, pois as chances do seu negócio digital obter êxito são muito maiores.

Como escolher um bom co-produtor?

A escolha de quem estará trabalhando ao seu lado é muito importante, por isso, existem alguns aspectos que precisam ser levados em consideração para que problemas não ocorram.

Sendo assim, alguns desses aspectos são:

  • Afinidade para trabalhar em conjunto; 
  • Expertise com ferramentas digitais; 
  • Comprometimento com o negócio; 
  • Disponibilidade; entre outros.

Tenha suporte para fazer do seu negócio digital um sucesso!

Para que seu negócio cresça e obtenha sucesso, além de alcançar seu público de forma efetiva e vender com seu negócio digital, é preciso estar em conformidade com as responsabilidades que toda empresa tem. 

E para garantir isso, você pode contar conosco, da São Lucas

Somos uma contabilidade especializada em negócios digitais, por isso, estamos preparados para também sermos seus aliados para manter o funcionamento impecável do negócio. 

Com nosso suporte, você tem tranquilidade em relação às responsabilidades e consegue dedicar seu foco nas demais atividades. 

Dessa forma, basta entrar em contato conosco agora e contar com nosso apoio.

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CNI: 82% das grandes empresas pretendem investir em 2021

Devido à pandemia, apenas 69% conseguiram de fato investir em 2019

Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 82% das grandes empresas pretendem investir neste ano. A expectativa para 35% desses investimentos é em melhorias do processo produtivo e 33% para o aumento da capacidade de produção, com a aquisição de novas máquinas e tecnologias.ebc - Tenha acesso agora mesmo à pesquisa da CNI sobre o futuro das empresas neste ano de 2021! - Contabilidade em São Bernardo do Campo - SPebc - Tenha acesso agora mesmo à pesquisa da CNI sobre o futuro das empresas neste ano de 2021! - Contabilidade em São Bernardo do Campo - SP

“Essa alta sinalização sugere a expectativa de consolidação da forte recuperação da atividade industrial após o período mais crítico da pandemia”, diz a pesquisa. Em outros 15%, o principal objetivo é manter a capacidade produtiva e, em 11% deles, introduzir novos produtos.

Em 66% dos casos, independentemente do objetivo do investimento previsto, há a expectativa de aquisição de máquinas. Além disso, o percentual do investimento voltado principalmente para o mercado doméstico aumentou de 36% para 39%, mas, de acordo com a CNI, segue abaixo da média histórica, de 42%.

Entre as empresas que não pretendem investir, 35% afirmaram que não há necessidade, 33% optaram por não fazer os investimentos e 33% não conseguem investir.

Investimentos em 2020

O documento Investimentos na Indústria 2020-2021 mostra também que o ano passado começou e terminou fora da curva. Em 2020, 84% das empresas pretendiam investir, em um percentual acima dos anos anteriores. No entanto, apenas 69% conseguiram de fato investir devido à pandemia, um dos menores registros na história da pesquisa, superando apenas o percentual de 2016, que foi de 67%.

De acordo com a CNI, a redução dos investimentos no ano passado ocorreu em grande parte pelo alto custo dos insumos e pela reavaliação do mercado doméstico como destino dos produtos. “Ambos são influenciados diretamente pela pandemia de covid-19, que restringiu a demanda por produtos industriais, trouxe oscilação para o câmbio e pressionou custos”, diz a pesquisa.

Mais de três quartos (76%) das grandes empresas que investiram em 2020 adquiriram máquinas ou equipamentos; desses, 23% compraram máquinas usadas. Pouco mais de dois terços, 68%, realizaram manutenção ou atualização de máquinas em 2020. Já 33% investiram em pesquisa e desenvolvimento, 30% na capacitação de pessoal e 24% na melhoria da gestão do negócio. Os percentuais são próximos aos observados em 2019.

Além disso, a falta de alternativas de financiamento de terceiros causou impacto nos investimentos. Nos últimos seis anos, cerca de 70% dos recursos empregados nos investimentos são recursos próprios das empresas. Em 2020, o percentual ficou em 72%, idêntico ao de 2019.

Em 2020, a participação de bancos comerciais privados ficou em 13%, um ponto percentual abaixo do registrado em 2019. A participação de bancos oficiais de desenvolvimento foi de apenas 7%. Outras fontes de financiamento, como bancos comerciais públicos, financiamento externo e construção de parcerias ou joint ventures somam 8%.

A pesquisa completa está disponível na página da CNI.

Fonte: Agência Brasil

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CNPJ inapto: entenda o que é e saiba como regularizar

Mesmo estando inativa a empresa precisa cumprir com certas obrigações para manter a sua regularidade, dentre elas está a entrega de declarações. Então, se você possui alguma pendência neste sentido, saiba que seu CNPJ pode ter sido declarado inapto pela Receita Federal devido à omissão de declarações.

Isso porque o órgão fiscalizador têm intensificado o pente fino nas empresas. Se este é o seu caso e você quer saber se o CNPJ voltará a ficar regular ou se existe a possibilidade de restabelecer o documento baixado pelo motivo de omissão, continue acompanhando este artigo e tire suas dúvidas sobre o tema.

CNPJ inapto

Se a sua empresa deixou de apresentar suas declarações, demonstrativos e nos últimos dois anos, o CNPJ pode estar inapta. Dentre os principais documentos que podem gerar essa situação está a omissão das seguintes declarações:

  • Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP);
  • Escrituração Contábil e Fiscal (ECF);
  • Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF);
  • Relação Anual de Informações e Salários (RAIS).

Mas não confunda o termo inapto com inativo. Neste último caso, a classificação de CNPJ inativo (Empresa Sem Movimento), se passar um mês sem realizar os seguintes tipos de atividade:

  • Operacional;
  • Não Operacional;
  • Patrimonial
  • Financeira.

Regularização

Para regularizar, o primeiro passo é verificar as pendências junto ao site da Receita Federal e começar a se organizar. Então, separe alguns documentos para este procedimento, tais como:

  • Escriturações Fiscais;
  • Declarações.

Pela entrega fora do prazo a multa é de R$ 200,00 havendo a possibilidade de desconto disponibilizado pela Receita Federal que pode ser de até 50% se o pagamento for realizado no prazo de 30 dias.

Após a regularização, o CNPJ voltará a ficar ativo em até 24 horas e a empresa assegurar que as obrigações sejam entregues no prazo para não pagar multa. Depois do pagamento dos valores em aberto, a empresa terá acesso à Certidão Negativa de Débito.

CNPJ baixado

Se a sua empresa teve o CNPJ baixado pelo motivo de omissão costumaz, saiba que também é possível regularizar a situação. Esse termo é utilizado para a empresa que deixa de apresentar suas declarações contábeis por mais de cinco anos seguidos.

Para isso existem normativas que estabelecem orientações sobre a baixa, como a Instrução Normativa nº 1863/2018. Assim se a empresa tiver sido intimada por edital e não regularizar a situação no prazo de 60 dias, é declarada inapta.

Por isso, a mesma deve fazer uma declaração e encaminhar à Receita Federal, solicitando o restabelecimento de sua inscrição que foi baixada. Esse documento possui um modelo que pode ser elaborado por um profissional contábil que possui experiência neste tema.

É necessário informar no pedido, todas as declarações que foram entregues em anos anteriores e encaminhar juntamente com o contrato social da empresa. Esse processo também é realizado através do e-CAC, acessado no site da Receita Federal. Há ainda a opção de protocolar o pedido em uma unidade da Receita Federal ou enviar os documentos por meio do Correio

Consequências

O status de CNPJ Inapto gera vários prejuízos. Segundo a Instrução Normativa  nº1.634, de 2016, as penalidades são:

  • Impedimento de participar de novas inscrições;
  • Possibilidade de baixa de ofício da inscrição;
  • Invalidade da utilização da inscrição para fins cadastrais;
  • Nulidade de documentos fiscais;
  • Responsabilização dos sócios pelos débitos em cobrança.

Fonte: Jornal Contábil

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Saiba como administrar o orçamento em tempos de crise

Administrar as finanças em meio a crise é de suma importância, pois cada gasto fará a diferença neste momento

Uma das consequência do momento pandêmico atual é a crise econômica que afetou o mundo todo. E em tempos assim, é de suma importância que consigamos administrar nosso orçamento para deixar as finanças estáveis, evitar dívidas e não perder as reservas financeiras.

Por isso, neste texto, iremos falar um pouco sobre como fazer para administrar as finanças em tempos tão críticos e de crise como este em que estamos vivendo. Fique conosco.

A importância de administrar as finanças na crise

Os tempos atuais de crise nos obrigaram a olhar com maior atenção ainda para as nossas finanças. Afinal, crise econômica não é apenas sinônimo de alta dos preços do essencial, mas também de desemprego. Infelizmente, nesta pandemia, muitas famílias perderam seu emprego, o que acarretou muitas complicações financeiras.

Administrar as finanças em meio a crise é de suma importância, pois cada gasto fará a diferença neste momento. Por exemplo, se você pretende fazer uma reforma e a compra de itens como uma estrutura metálica para galpão, saber administrar o que você e o quanto pode gastar é essencial.

Conseguir administrar suas finanças é importante pois:

  • Ajuda a economizar;
  • Evita o gastos das reservas financeiras;
  • Evita dívidas astronômicas;
  • Ajuda a ter uma relação mais saudável com o dinheiro.

Como administrar suas finanças em tempos de crise?

Agora que já vimos a importância de administrar seu orçamento em tempos de crise, vamos ver como fazer isso de forma eficiente.

  1. Faça uma análise financeira: administrar seu orçamento de casa é muito parecido como administrar um negócio. Uma empresa fabricante de balcão refrigerado pequeno por exemplo, precisa analisar suas finanças regularmente para saber qual o seu lucro, qual seu investimento, se está havendo prejuízos, quais os recursos disponíveis. A análise financeira doméstica é igual;
  2. Faça um planejamento com metas: os objetivos devem estar bem elucidados. Depois que você entender o quanto pode gastar, é preciso estabelecer quais serão seus objetivos de gastos dentro disso para não extrapolar;
  3. Economize: reduzir os gastos é fundamental. Primeiro é preciso evitar desperdícios e depois focar no essencial. Por exemplo, se você pretende adquirir um amplificador de som profissional, reflita, será que é mesmo necessário? Se você não adquirir, irá fazer falta? Você pode comprá-lo em outro momento?
  4. Evite fazer novas dívidas: para manter as contas dentro do planejado, é importante não fazer novas dívidas. Evite longos parcelamentos e a utilização do cartão de crédito, utilize apenas em caso de extrema necessidade.

Saber fazer uma gestão financeira eficiente em tempos de crise é fundamental para conseguir passar pela crise de forma um pouco menos caótica. Além das dicas citadas, há também disponível no mercado diversos aplicativos que podem auxiliar com a organização das finanças.

O importante é reconhecer que os tempos atuais necessitam de uma atenção ainda maior nas finanças e que é preciso fazer algo a esse respeito. É importante pensar também que a crise é apenas um período e que em algum momento irá passar.

Gostou das nossas dicas para gestão financeira? Então compartilhe o post com os amigos e nas redes sociais e continue acompanhando nosso conteúdo.

Fonte: Contábeis

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Mercado aumenta projeção para taxa básica de juros em 2021

Expectativa é que a Selic encerre o ano em 3,75%

A expectativa do mercado financeiro é que a taxa básica de juros, a Selic, suba em 2021 e encerre o ano em 3,75%. Na semana passada, essa estimativa era de 3,50%, de acordo com o boletim Focus de hoje (17), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica fique em 5%. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6% ao ano. A Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom), é o principal instrumento utilizado pelo BC para alcançar a meta de inflação.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Inflação

A previsão das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) variou de 3,60% para 3,62%. Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,49%. Tanto para 2023 como para 2024 as projeções são de 3,25%.

O cálculo para 2021 está abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%.

PIB e dólar

Já a estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia caiu de 3,47% para 3,43% em 2021. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2,50%, a mesma previsão há 147 semanas consecutivas. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro também continua projetando expansão do PIB em 2,50%.

A expectativa para a cotação do dólar permanece em R$ 5,01, ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5.

Fonte: Agência Brasil

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