Entenda como deve ser feita a tributação digital em seu negócio

Você também não está seguro(a) sobre como fazer a tributação digital? Então leia o nosso artigo e tire suas dúvidas!

Se a tributação convencional já traz muitas dúvidas aos gestores, quando a gente pensa em tributação digital a questão pode ser ainda mais séria.

E isso, na maioria das vezes, por conta da região que costuma atender, que passa a ser de uma região limitada, como uma determinada cidade, para todo o país.

Também por ter que, na maioria das vezes, lidar com situações novas ou que passam a ser mais comuns, como, por exemplo, questões relacionadas a fretes, cancelamento e devoluções de pedidos.

E o presente artigo foi feito justamente para te ajudar a entender melhor como a tributação digital deve ser realizada de forma correta em sua empresa.

Então, leia o nosso material e entenda de uma vez por todas como deve funcionar a tributação do seu negócio digital!

O que é tributação digital?

Tributação digital se trata do conjunto de regras que precisam ser seguidas para que sua empresa que atua no mundo virtual possa estar em dia com o fisco.

Quando ela é feita da forma correta, permite que você tenha uma boa comunicação com o fisco, evita o pagamento de multas, juros e de expor você e seu empreendimento a outras sanções.

Por que é difícil para muitos gestores?

Esse pode ser um obstáculo principalmente por conta da legislação.

Por não conhecerem como, de fato, a tributação digital deve acontecer, muitos empreendedores, principalmente aqueles que iniciam como um volume baixo de vendas e têm aumento exponencial em um curto período de tempo, acabam não se atentando para a importância em regularizar os seus processos com o objetivo de estar de acordo com o que manda a lei quando o assunto é esse.

Também, não é raro o dia a dia de empreendedores ser absorvido por questões percebidas com mais prioridades, como, por exemplo, aquelas relacionadas à captação e fidelização de clientes e ao atendimento às necessidades de funcionários.

Dessa forma, já que questões relacionadas à tributação digital não costumam ser diárias, elas acabam ficando em segundo plano.

Porém, isso pode trazer sérios problemas à sua empresa que atua no mundo virtual.

Como fazê-la da forma correta?

Primeiramente, você precisa entender que a tributação digital de sua empresa deve acontecer como seria em outras empresas físicas.

Ou seja, é necessário emitir documentos fiscais, registrar-se em órgãos como Receita Federal, Junta Comercial e prefeitura, dependendo, é claro, do tipo de atividade que você exerce.

Também é fundamental enviar declaração e, claro, fazer o cálculo e recolhimento de impostos.

Não ter zelo com qualquer um desses e vários outros aspectos relacionados à tributação digital pode trazer sérios prejuízos ao seu estabelecimento virtual.

Entenda como nós, da São Lucas, podemos te ajudar quando o assunto é tributação digital

Nesse contexto, contar com um profissional contábil vai te ajudar a não não apenas a se manter em conformidade com o fisco.

Isso porque ele, por entender detalhes sobre o seu negócio e mercado, ajuda a encontrar soluções com mais rapidez, permitindo mais fluidez em seus processos.

Incluímos que trabalhamos na busca por alternativas que te ajudem na redução de custos, como  através do planejamento tributário em sua empresa.

Ainda tem dúvidas sobre o que é tributação digital, como ela deve acontecer em seu estabelecimento ou mesmo como uma parceria com a gente será vantajosa para você?

Então fale agora como um de nossos especialistas! 

Aguardamos o seu contato!

quero agendar uma reunião 1 - Tributação digital: saiba como fazer da forma correta! - Contabilidade em São Bernardo do Campo - SP

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LGPD: O que você e sua empresa precisam saber nesse momento?

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é um grande marco regulador das atividades relacionadas ao tratamento de dados pessoais dentro das empresas.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é um grande marco regulador das atividades relacionadas ao tratamento de dados pessoais dentro das empresas. Uma conquista normativa, criada com o intuito de garantir mais segurança tanto para os indivíduos, quanto para as empresas, tendo em vista o crescimento do tráfego de dados de todos os tipos em um ambiente de negócios cada vez mais conectado.

Com o avanço do mundo digital e a construção de um novo ambiente produtivo, os dados passaram a ter imenso valor para as empresas considerando que são eles capazes de revelar hábitos de consumo, gostos e interesses e, a partir desses dados, possibilitam que as empresas de publicidade consigam traçar um perfil preciso de possíveis clientes. Dessa forma, as relações de mercado e da publicidade mudaram, gerando uma nova demanda de segurança de dados pessoais devido aos iminentes riscos de golpe e manipulação.

Neste cenário, surge a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei n° 13.709/2018) com o objetivo de promover uma mudança de paradigmas na cultura das empresas, estabelecendo direitos e obrigações quanto a manutenção e tratamento de dados pessoais seja no meio digital ou material.

Para isso foram tomadas diversas medidas, entre elas a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), agência reguladora que tem entre as suas competências a fiscalização e o cumprimento da LGPD em todo território nacional.

Neste momento a ANPD atua de forma instrutiva, estabelecendo padrões técnicos e estimulando a adesão de atividades que facilitem o controle do tráfego de dados. No entanto, não podemos esquecer de sua atuação fiscalizatória que deve ter grande impacto para a implementação da LGPD. Apesar de a lei já vigorar no Brasil, as multas e sanções só devem começar a ser aplicadas a partir de agosto, podendo chegar a até 2% do faturamento das empresas nos casos de descumprimento da legislação.

Para evitar as possíveis multas e sanções da nova lei, é necessário estar atento à alguns princípios do tratamento de dados pessoais e suas finalidades. Um dos pontos centrais da LGPD é o consentimento do titular quanto aos dados coletados, a quem é conferido livre acesso aos dados. Cabe as empresas tomar as medidas necessárias para garantir a transparência na coleta de dados e a segurança dos mesmos.

Além do consentimento do titular, outro ponto central é de que os dados são quaisquer informações relacionadas à pessoa natural e que são considerados atividades de tratamento de dados quaisquer operações de coleta, utilização, recepção, transmissão, processamento, armazenamento, descarte, dentre outros.

No processo de adequação as empresas e organizações devem se atentar a importância de todos os colaboradores entenderem o que deve ser feito. Serão necessárias atividades de mapeamento de dados e definições de como vão ser feitos os acompanhamentos do trabalho. A manutenção da conformidade à LGPD é um atividade contínua e permanente, por isso é necessário monitorar os processos e fluxos a partir de uma avaliação técnica que privilegie a criação de uma cultura organizacional capaz de garantir a segurança dos dados nas empresas.

LGPD PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Um dos principais desafios da ANPD é a necessidade de adequar o texto da LGPD para a realidade de micro e pequenas empresas do país, seguindo a tendência de países europeus, pioneiros na aplicação da cultura de proteção de dados que já oferecem implantação diferenciada para os pequenos negócios.

No Brasil, o tema ainda é objeto de diversas discussões e tratado como prioridade para a ANPD.

FIQUE EM CONFORMIDADE COM A LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

O Sescon Campinas e a Immunize System firmaram uma parceria para oferecer aos associados a possibilidade de ficarem em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados. Trata-se do novo serviço de implementação e gestão de dados pessoais dentro das empresas com uma metodologia própria criada pela Immunize System focada na segurança de dados.

Para saber mais, entre em contato com o Sescon Campinas.

Fonte: Sescon Campinas

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