Diferentes tipos de venda para aumentar os lucros da sua empresa

Compreender os diferentes tipos de venda é um diferencial importante para as empresas. Afinal, é preciso capturar, converter e manter clientes para elevar o nível de faturamento da empresa.

Mas é preciso estratégia, já que sua concorrência também estará buscando soluções para aumentar as vendas.

Sendo assim, conhecer os diferentes tipos de vendas é o primeiro passo para conquistar outros mercados e garantir rendimentos a longo prazo.

Seja no setor atacadista ou varejista, sempre há a necessidade de inovar seus modelos de venda.

Pensando nisso, vamos apresentar alguns modelos de vendas que podem ser utilizados por empresas, e que ajudaram a ampliar seu negócio.

Operação Triangular

A maioria das pessoas conhece o processo regular de vendas, o fornecedor emitirá uma única NF-e, que usará o revendedor como destinatário da transação.

Ou seja, quando o consumidor final compra de um revendedor, o CFOP de revenda (código do imposto de operação e pré-alocação) será emitido junto com a nota fiscal.

Além desse formato, existe uma outra forma de produtos e serviços chegarem ao destinatário, chamada de operação triangular, de forma que o produtor e o consumidor final estão diretamente ligados, com ênfase na eficiência.

Basicamente, o fabricante produz as mercadorias, depois as vende ao distribuidor e este as revende ao cliente final.

O problema remanescente nesta operação é a circulação da mercadoria, pois após a produção, o produtor entrega diretamente ao consumidor final.

Gestão de KIT

Os kits referem-se a determinados produtos selecionados para venda em uma única remessa.

De acordo com projetos relacionados, isso será mais atraente para algumas empresas, permitindo-lhes identificar e adquirir mercadorias com mais facilidade.

Outro ponto importante é que todos estão procurando o melhor momento, e comprar um kit pode economizar muito tempo para encontrar itens com base nas necessidades esperadas.

Esse sentimento ocorre tanto em buscas na internet quanto em buscas em organizações comerciais.

Para automatizar o gerenciamento de produtos do pacote, os sistemas ERP, como os sistemas W3ERP, tornaram-se cada vez mais importantes.

O usuário pode cadastrar e editar seus modelos, além de agregar produtos e definir o valor específico de cada item vendido.

Além da emissão de relatórios de faltantes de produtos para a montagem de um determinado número de kits.

Venda de produtos controlados

A gestão de produtos controlados têm um padrão de transmissão de dados, e as lojas devem seguir esse padrão de transmissão de dados, caso contrário, o registro de vendas de produtos controlados pode ser afetado. Mas uma coisa precisa ser apontada.

Os gestores precisam integrar um softwares como o W3ERP, que possui funções de controle e registro de produtos e, portanto, produz melhor organização, controle e rentabilidade para garantir que suas lojas acompanhem os avanços tecnológicos.

Conforme mencionado anteriormente, a gestão do produto controla o estoque e o fluxo de medicamentos e defensivos controlados, portanto, todas as filiais da rede de vendas devem possuir um sistema de verificação.

Caso não seja enviado, haverá cobrança de multa.

Venda para entrega futura

Quando um comerciante vende certas mercadorias e faturas antes da entrega, ocorre uma operação chamada “venda com entrega futura”.

Isso porque, neste tipo de negociação, a entrega é realizada posteriormente no prazo acordado por ambas as partes, e o pagamento é feito antes da entrega.

Esta operação é realizada apenas para fins de faturamento simples e atualmente não há movimento de mercadorias.

Após análise, é necessário emitir nota fiscal de remessa para transporte da mercadoria.

Fonte: Jornal Contábil

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Entenda como a análise comportamental pode auxiliar seu pequeno ou médio negócio e acerte nas contratações!

Apesar de parecer que a análise comportamental é uma prática voltada apenas para grandes empresas, a pandemia causada pela Covid-19 mostrou que, diferente disso, corporações de pequeno e médio porte devem, mais do que nunca, ficar cada vez mais próximos dos seus funcionários.

De acordo com a EY, consultoria que desenvolveu um estudo para identificar os desafios do pós-pandemia, 46% dos colaboradores não enxergam que seus empregadores estejam preparados para lidar com as mudanças comportamentais necessárias no pós-Covid.

Enquanto 44% percebem que os impactos causados pela pandemia foram amplos.

Diante desse cenário é possível notar que, principalmente as PME´s têm sofrido muito com o turnover.

Afinal, a rotatividade de funcionários aumentou ainda mais durante a crise.

Mas, é justamente nesse momento que a gestão comportamental cumpre o seu papel de ajudar os líderes a entenderem de forma minuciosa cada pessoa e identificarem habilidades, dificuldades e anseios.

Não há como negar que o mercado de trabalho possui hoje uma dinâmica muito diferente que no último ano.

Dessa forma, mesmo as companhias que são adeptas a um modelo mais tradicional de negócio, entenderam a necessidade de acompanhar os passos de cada um de perto, em busca de mais eficiência e iniciativas que possam melhorar esse cenário de incertezas que o país vive.

A análise comportamental pode reduzir significativamente esses problemas e, consequentemente, os custos dentro de uma organização.

Afinal, a maioria das demissões acontece devido ao comportamento do colaborador.

Atualmente, é possível ter informações muito mais precisas e confiáveis por meio de softwares de RH e Gestão Comportamental.

Por meio dos mapeamentos realizados por esses softwares, é possível descobrir quais são as competências e tendências comportamentais de cada indivíduo, o que ajudará a fazer contratações mais assertivas, promover treinamentos mais eficientes, desenvolver lideranças e uma gestão de pessoas mais eficaz.

Com esses dados em mãos, é possível metrificar e atuar no desenvolvimento de competências, remanejá-los para funções mais adequadas e promover treinamentos mais eficientes, por exemplo.

Com isso, os gestores conseguem melhorar o rendimento da equipe, o que, com certeza, vai impactar na produtividade da empresa.

Além, é claro, te ajudar a reduzir os custos com contratações erradas. Pense nisso!

Fonte: Jornal Contábil

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Cobrança do Simples Nacional será retomada em julho, confira

Para auxiliar as empresas que estão enfrentando dificuldades diante dos impactos causados pela pandemia, o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) determinou a prorrogação do prazo de pagamento dos tributos que são cobrados no Simples Nacional.

Além disso, ficou autorizado que o pagamento do DAS (Documento de Arrecadação) seja feito em até duas quotas mensais.

Diante disso, chamamos a atenção dos gestores das empresas do Simples Nacional para a retomada de pagamentos dos impostos que, segundo o calendário estabelecido pela Resolução CGSN 158/2021, volta a ter seu vencimento em julho.

Então, para manter sua empresa regular, continue conosco para saber quando pagar o Simples Nacional.

Impostos do Simples Nacional 

Antes de falarmos sobre o pagamento do DAS, é importante saber que nesta guia estão incluídos todos os tributos que devem ser recolhidos pelas Microempresas (ME), Microempreendedores Individuais (MEI) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). São eles:

  • Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
  • Contribuição para o Programa de Integração e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep);
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins);
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);
  • Imposto Sobre Serviços (ISS).;
  • Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS);

No caso do MEI, é recolhido o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o Imposto sobre Serviços (ISS) e a contribuição para a Previdência Social.

Quando pagar? 

Segundo o calendário, as guias que possuíam o vencimento em abril devem ter a primeira cota paga até o dia 20 de julho.

Assim, os gestores devem pagar 50% do valor dos impostos apurados no período. Por sua vez, a segunda parcela será paga até o dia 20 de agosto.

Assim, os próximos vencimentos acontecerão nas seguintes datas:

O DAS referente ao mês de maio, deverá ser quitado nas seguintes datas:

  • 1ª parcela (50% do valor): dia 20 de setembro;
  • 2ª parcela (50% do valor): 20 de outubro;

A guia cujo vencimento original é 21 de junho, deve ser paga nas seguintes datas:

  • 1ª parcela (50% do valor): dia 22 de novembro;
  • 2ª parcela (50% do valor): dia 20 de dezembro;

Por hora, os vencimentos relativos ao mês de junho permanecem para a data 20 de julho.

O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) informou que os programas de emissão do DAS foram adaptados para permitir a geração de um DAS e DAS MEI para cada quota, com vencimentos distintos.

Vale ressaltar que o pagamento da guia prorrogada não terá acréscimo de multa e juros, mas atenção: isso vale apenas se for paga dentro da nova data de vencimento.

No caso do MEI que recolhe os tributos apurados no PGMEI por meio de débito automático, o valor integral relativo a cada período de apuração prorrogado será debitado de sua conta corrente na data do vencimento da primeira quota.

Fonte: Jornal Contábil

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Maioria dos consumidores faria pagamento com PIX se estabelecimentos aceitassem

Em apenas seis meses de existência, 76% dos usuários disseram ter um alto grau de confiança no novo sistema de pagamentos instantâneos

Se o PIX parece já ter grande adesão entre a população brasileira, tudo indica que este número tem tudo para aumentar nos próximos meses: 84% dos usuários disseram estar dispostos a alterar a forma de pagamento, tanto para compras online quanto em lojas físicas, caso descobrissem que o estabelecimento aceita pagamentos via PIX.

Este dado integra o novo estudo do Capterra, plataforma de busca e comparação de softwares, que investigou a adoção do sistema PIX no Brasil. Para o levantamento, foram ouvidos 1.012 entrevistados de todas as regiões do País entre os dias 12 e 18 de maio.

“Com esta perspectiva, é interessante que o varejo (online e físico) foque em ampliar sua oferta de sistemas de pagamentos para suprir as demandas que surgem com o lançamento de novos métodos, entre eles o PIX”, explica Marcela Gava, analista responsável pelo estudo.

Atualmente, a maior parte dos usuários vincula sua chave PIX à sua conta-corrente (66%) e usa o sistema de pagamento instantâneo de 1 a 4 vezes por mês (51%).

Reputação em alta 

Lançado em novembro de 2020, o PIX rapidamente passou a desfrutar de um bom reconhecimento entre a população brasileira. Afinal, 76% dos usuários disseram ter um alto grau de confiança no sistema de pagamentos.

De acordo com o levantamento do Capterra, conforme aumenta a idade é possível notar uma redução na confiança neste método de pagamento. Por exemplo, 85% dos jovens com idade entre 18 e 22 anos declararam possuir confiança alta no PIX, por outro lado, este número retrai para 71% na faixa etária de 56 a 65 anos.

No entanto, mesmo sendo um sistema recém-lançado, aparentemente este fator não inibe as pessoas de usar o PIX para transferir mais dinheiro do que estão acostumadas a fazer por outros meios, como TED e DOC. Dos respondentes, 68% declarou alta confiança no PIX para a transferência de quantias maiores, 27% disseram ter uma confiança “média” e 5% disse ter “baixa” confiança.

“A incidência da ‘alta confiança’ em diferentes pontos do estudo atesta não apenas a credibilidade do sistema PIX mas expõe também a rápida adoção e familiaridade do brasileiro a novos e mais modernos métodos de pagamento”, conclui Marcela Gava.

Embora todos os entrevistados tenham declarado possuir uma chave ativa no PIX, a maioria das pessoas desconhece uma informação fundamental do sistema. Isso porque 68% dos entrevistados creem que as instituições bancárias são responsáveis por gerir o sistema. Apenas 22% citaram corretamente o Banco Central do Brasil (BC) e 10% declararam não saber qual instituição mantém o PIX.

Fonte: Contábeis

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Saiba como escolher uma parceria de produção digital ideal para o seu negócio

Uma parceria de produção digital pode trazer resultados fantásticos para o seu negócio

Se você trabalha como produtor digital, com certeza já precisou ou até mesmo já ouviu falar em parceria de produção digital – isso tem sido bastante comum na produção de diversos materiais, como, por exemplo: e-books, vídeos, cursos, entre outros.

Uma boa parceria digital pode render diversos frutos, o mais importante deles é justamente a qualidade, quando bem utilizada. 

Digamos que você tenha um forte conhecimento sobre determinado assunto e comece a produzir um projeto, porém carece de maiores informações sobre um outro tópico, que seria de enorme relevância abordar em seu conteúdo. Você simplesmente finaliza colocando apenas o que você entende ou introduz em seu conteúdo um assunto que você não possui tanto conhecimento, diminuindo a qualidade do seu trabalho?

Em ambos os casos, muito provavelmente você não teria o sucesso esperado com a produção de seu conteúdo.

Uma parceria de produção digital seria a solução perfeita para esse cenário, mas você sabe como escolher uma parceria de produção digital para o seu projeto?

Como escolher uma parceria de produção digital

A fim de escolher uma boa parceria de produção digital para o seu projeto, você precisa seguir alguns pontos básicos para que uma possível solução não acabe gerando maior dor de cabeça. Entre os pontos, destacamos:

  • Nivelamento de capacidade técnica;
  • Relação direta entre os conteúdos abordados;
  • Facilidade de comunicação;
  • Acordo sobre produção muito bem definido.

Com certeza, um grande diferencial para escolher uma boa parceria de produção digital se trata de procurar alguém com ideias bastante inovadoras; esse não chega a ser um pré-requisito para que uma possível parceria aconteça, mas com certeza seria um excelente diferencial.

Falta de informações

A falta de informações pode ser um grande empecilho para conseguir uma parceria de produção digital, pois essa ausência de conhecimento sobre o assunto pode te levar a escolhas que não trarão retorno algum para o seu negócio.

Contabilidade para negócios digitais

Uma assessoria especializada trará todo o embasamento necessário para realizar excelentes escolhas em relação à parceria de produção digital. Esse é o melhor caminho para alcançar resultados ainda melhores.

Uma contabilidade especializada ainda permite que você foque exclusivamente na produção de conteúdo relevante ao seu negócio, enquanto cuida de todos os processos contábeis necessários para que o seu negócio se desenvolva.

Conte conosco, da São Lucas

Se você precisa de ajuda para encontrar uma boa parceria de produção digital, nós, da São Lucas Assessoria Contábil, podemos te auxiliar com o máximo de informações precisas sobre o assunto.

Disponibilizamos um serviço especializado de contabilidade para negócios digitais; prestamos total assessoria em todas as fases do seu negócio, inclusive na produção.

Contamos com os melhores profissionais na área contábil e com total know how em produtos digitais, sempre disponíveis para tirar qualquer dúvida e para oferecer as melhores soluções, tendo em vista a particularidade de cada tipo de situação.

Entre em contato conosco, por meio de informações de contato em nosso website, ou, se preferir, utilizando o formulário de contato, a partir do qual um dos nossos consultores entrará em contato com você muito brevemente.

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Novas regras aprovadas facilitam acesso ao crédito durante pandemia

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (8) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 11/2021, que estabelece regras para facilitar o acesso ao crédito e minimizar os prejuízos econômicos gerados pela pandemia de covid-19.

A matéria será encaminhada à sanção presidencial.

A proposta se originou da Medida Provisória (MPV) 1.028/2021, que está em vigor, tendo sido encaminhada ao Congresso pela Presidência da República com objetivo de flexibilizar — a princípio, até 30 de junho de 2021 — a aplicação de normas relativas a contratações e renegociações de operações de crédito, exigindo prestação de contas trimestral obrigatória daquelas envolvendo recursos públicos.

O relator, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados.

Na leitura do relatório, em Plenário, Ângelo Coronel destacou que a principal diferença entre a MP 1.028/2021 e a MP 958/2020 está em sua abrangência.

A medida anterior, cuja vigência foi encerrada em 26 de novembro de 2020, centrava-se exclusivamente nos processos de obtenção de crédito nos bancos públicos.

A medida atual busca destravar os mecanismos de concessão de crédito tanto nos bancos públicos quanto nos bancos privados.

O relator observou ainda que o texto aprovado em Plenário não obriga as instituições a concederem o crédito, nem entra no mérito da análise de crédito, que permanece uma atribuição de cada banco.

— Apenas facilita o acesso ao crédito, afastando exigências legais acessórias ao processo de concessão de crédito, de forma temporária, pois se trata de medida transitória destinada a perdurar apenas até 31 de dezembro de 2021.

A primeira providência do PLV 11/2021 é a de estender, de 30 de junho para 31 de dezembro de 2021, o prazo para dispensar instituições financeiras privadas e públicas da observância de exigências legais regularmente adotadas nos processos de contratação e renegociação de empréstimos.

Apesar de ampliar o prazo de validade das medidas, o PLV mantém a obrigatoriedade, determinada pela MPV 1.028/2021, desses estabelecimentos de crédito encaminharem à Receita Federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, trimestralmente, a relação de operações novas e renegociadas envolvendo verbas públicas, com a indicação de beneficiários, valores e prazos contratuais.

Outras inovações foram trazidas pelo PLV 11/2021.

Uma delas determinou que, até 31 de dezembro de 2021, microempresas, empresas de pequeno porte, cooperativas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões e setores mais afetados pela pandemia recebam tratamento diferenciado na captação de crédito ofertado com recursos públicos.

Aposentados e pensionistas também deverão ter acesso a condições facilitadas em empréstimos viabilizados com verbas oficiais até o final do ano.

O Poder Executivo deverá baixar regulamentação para detalhar a assistência a esses segmentos.

“Por meio da proposta agora apresentada, objetiva-se destravar os mecanismos de concessão de crédito tanto nos bancos públicos quanto nos bancos privados. Assim, o PLV soma-se aos esforços de assegurar bom nível de liquidez para o Sistema Financeiro Nacional por meio da facilitação do acesso a crédito”, assinalou o relator no parecer.

Por outro lado, o PLV 11/2021 levou em consideração a previsão de aplicação do § 3º do art. 195 da Constituição Federal, que proíbe a empresa em débito com o sistema de Seguridade de firmar contrato com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais e creditícios.

A verificação do cumprimento dessa exigência deverá ser feita, eletronicamente, pela Receita Federal e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

Manteve ainda a revogação do inciso III do caput do art. 10 da Lei nº 8.870, de 1994, para dispensar a apresentação de Certidão Negativa de Débito por empresas beneficiadas pelo projeto na contratação de empréstimos viabilizados por aplicações em poupança.

Por fim, o projeto de lei de conversão acrescentou a revogação do art. 1.463 do Código Civil (Lei 10.406, de 2002), que impede o penhor de veículos sem seguro contra furto, avaria, perecimento e danos causados a terceiros, no processo de contratação e renegociação de créditos tomados em meio à pandemia de Covid-19.

O afastamento da exigência do seguro de veículos penhorados não observa o prazo de 31 de dezembro de 2021, como ocorre nos artigos anteriores do texto a ser encaminhado à sanção presidencial.

O texto também não abrange os empréstimos já concedidos com garantia de penhor de veículos, contratualmente vinculados às instituições financeiras, que necessitem de seguro contra furto, avaria, perecimento e danos causados a terceiros, inclusive quanto à renovação de seguro, destacou Ângelo Coronel na leitura do relatório.

Fonte: Agência Senado

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