Retomada econômica perde fôlego no Brasil

FMI reduz previsão para PIB acumulado de 2020 a 2022 para 2,4%, ante estimativa em julho de alta de 2,9%

Um estudo realizado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) mostra que o PIB brasileiro deve crescer 2,4% no acumulado de 2020 a 2022.

O resultado é 0,5 ponto percentual menor que o de julho, quando o Fundo havia elevado em 0,9 ponto percentual as projeções para a economia nacional no período, que envolve desde o início da pandemia no país até o ano que vem, quando se espera que a doença esteja mais controlada.

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), que monitora o crescimento mensalmente e é considerado uma prévia do PIB, tem sinalizado o amortecimento da retomada.

Depois de forte crescimento em janeiro e fevereiro (1,04% e 1,7%), sofreu retração em março (-1,59%) e subiu um pouco em abril (0,85%). Em maio, voltou a registrar queda (-0,43%), decepcionando analistas que previam uma alta de 1%, segundo levantamento da Reuters.

Para João Leal, analista da Rio Bravo, o efeito direto de um agravamento da crise política e de uma ruptura do processo eleitoral é um aumento da incerteza na economia. “Em um ambiente de riscos elevados há uma paralisação ou mesmo uma fuga de investimentos externos e internos.”

O reflexo disso, ele explica, seria a desaceleração da atividade econômica ou até uma retração, com desemprego mais elevado, câmbio depreciado, inflação e juros mais altos. Esse cenário de erosão da democracia acabaria por criar um ciclo vicioso, prejudicial para a economia e para a renda da população.

“A tendência é que 2022 traga um período de cautela muito grande dos investidores estrangeiros em relação ao Brasil e que os brasileiros também se retraiam. Isso vai limitar o crescimento no ano que vem. E nem é algo esperado só para o ano que vem, mas já para o fim deste ano”, completa Leal.

Fonte: Contábeis

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EFD ICMS IPI: Sped disponibiliza nova versão do Guia Prático

O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) lançou uma nova versão do Guia Prático da EFD ICMS/IPI. Leia este artigo e se informe

O Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) disponibilizou no dia 6 de outubro uma nova versão do guia prático da EFD ICMS/IPI, nós vamos te atualizar sobre as mudanças que foram feitas.

Leia este artigo e se mantenha informado sobre as alterações que foram feitas pelo novo guia prático lançado EFD ICMS/IPI lançado no começo desse mês de outubro.

Guia prático, o que é isso?

A nova versão do Guia Prático, a 3.0.7, e a Nota Técnica 2021.001 v1.0 terá vigência a partir de janeiro de 2022. Um Guia Prático vai ajuda o contribuinte pessoa física ou jurídica a como realizar certos procedimentos da maneira correta, evitando a burocracia e reduzindo as obrigações acessórias.

“O Guia Prático visa orientar a geração, em arquivo digital, dos dados relativos à Escrituração Fiscal Digital (EFD ICMS/IPI) pelo contribuinte do ICMS e/ou IPI, pessoa física ou jurídica, inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal e esclarecer aspectos referentes à apresentação dos registros e conteúdo de alguns campos, estrutura e apresentação do arquivo digital para entrega ao Fisco, na forma do Ato COTEPE/ICMS Nº 44, de 08 de agosto de 2018 e suas atualizações”.

A EFD-ICMS/IPI será a forma pelo qual o contribuinte vai apresentar na forma digital os registros dos documentos fiscais da escrituração e os respectivos demonstrativos de apuração dos impostos IPI e ICMS de cada período de apuração e alguns outros dados de interesse fiscal.

Quais foram as alterações?

Agora nós vamos te apresentar quais foram as mudanças feitas pelo novo Guia Prático, do EFD-ICMS/IPI, veja as alterações a seguir:

  1. Inclusão de regra de validação adicional no campo 04 do registro C425;
  2. Inclusão do campo 04 no registro 0220;
  3. Inclusão dos campos 34 a 40 no registro C500 com suas respectivas validações e orientações de preenchimento;
  1. Inclusão da orientação de preenchimento dos campos 16, 17, 20 e 22 do registro C500;
  1. Mudança na validação dos campos 13, 15 e 30 do registro C500;
  1. Mudança na orientação de preenchimento do campo 05 do registro C590;
  1. Mudança na validação do registro 0200;
  1. Mudança de obrigatoriedade dos campos 12, 13, 14 e 15 do registro C176 de OC para O;
  1. Mudança na orientação de preenchimento dos campos 12, 14 e 15 do registro C176;
  1. Alteração na descrição do campo 18 do registro C176;
  1. Inclusão do documento fiscal NF3-e (código 66) na escrituração do registro B020;
  1. Mudança na validação dos campos 04, 07 e 09 do registro B020;
  1. Mudança da descrição do campo 08 do registro 1010;
  1. Término da utilização do registro 0210;
  1. Mudança da descrição do campo 11 do registro C180;
  1. Mudança de obrigatoriedade dos campos 24 e 25 do registro D100 de “OC” para “O”;
  1.  Mudança da validação dos campos 24 e 25 do registro D100;
  1.  Mudança de obrigatoriedade dos campos VL_BC_ICMS e VL_ICMS dos registros D410, D420, D500 e D600 de “O” para “OC”;
  1. Mudança do tamanho máximo do campo 03 do registro C120 de 12 para 15 caracteres;
  1. Inclusão de regras de validação nos campos 05 dos registros E250 e E316;
  1. Inclusão do registro 1601 e término da utilização do registro 1600;
  1. Mudança na regra de validação do campo 04 do registro E530;
  1. Inclusão de regra de validação adicional no campo 06 do registro C170.

Para ler a documentação com todas as alterações na íntegra, é só clicar aqui, que você será direcionado para o documento.

Fonte: Jornal Contábil

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Saiba como realizar a gestão de e-commerce de forma totalmente eficiente

Saber como realizar a gestão de e-commerce pode ser determinante para o sucesso de seu negócio

Se você possui um negócio de vendas online, sabemos que a gestão de e-commerce pode proporcionar grandes benefícios para o seu negócio e, consequentemente, para todos os seus clientes.

Manter o seu negócio bem organizado pode proporcionar uma segurança maior principalmente em relação aos gastos e uma maior organização em relação aos itens oferecidos em sua loja virtual.

Tendo em vista esse cenário, preparamos neste artigo especial alguns passos simples para realizar uma gestão de e-commerce de uma forma totalmente eficiente.

Faça uma boa leitura!

Como realizar a gestão de e-commerce de forma eficiente

Para realizar uma gestão de e-commerce eficiente, preparamos alguns passos extremamente simples e que farão uma grande diferença para o seu negócio, entre eles:

  • Organizar o fluxo do caixa do e-commerce;
  • Implementar a melhor forma possível para organização dos produtos;
  • Adotar todas as formas de pagamento possíveis;
  • Realizar a melhor escolha para a plataforma do e-commerce;
  • Integrar ao máximo o maior número de ferramentas.

Esses são passos fundamentais para a aplicação de uma boa gestão de e-commerce; colocando em prática cada um desses tópicos, você proporcionará uma melhoria significativa em relação ao seu negócio.

Alguns desses passos nós temos a plena certeza de que você já utiliza em seu empreendimento, mas a efetividade da gestão de e-commerce é potencializada por meio da utilização possível de todas essas aplicações.

A implementação de cada um dos tópicos levantados deve respeitar principalmente o planejamento do seu negócio – e você deve tomar principalmente cuidado com uma questão não levantada anteriormente e que precisa ser tratada de forma imediata caso seja detectada em seu modelo de negócio.

Falta de comunicação interna

A falta de comunicação interna pode representar um grande risco para a gestão de e-commerce, principalmente pelo fato de que a gestão precisa ter alinhado todo tipo de informação de forma precisa e ágil.

Nesse viés, a falta da comunicação adequada pode proporcionar ruptura na confiança das relações internas e, em casos mais graves, provocar prejuízos relacionados a vendas, como, por exemplo, promover uma venda por um preço errado ou não ter o produto em estoque.

Fique tranquilo, para isso temos a solução mais adequada para o seu negócio.

Apoio especializado 

Para evitar que a comunicação interna seja um problema para o seu negócio, você pode contar com o suporte de um escritório de contabilidade, pois eles contam com soluções e com ferramentas específicas para a gestão e para a melhoria de processos internos, inclusive levando em consideração a comunicação.

Se você não conhece nenhuma contabilidade que ofereça tal solução, preparamos uma oportunidade para que seu e-commerce se destaque em relação ao mercado.

Conheça a São Lucas Contabilidade

Se você precisa de ajuda com a gestão de e-commerce, conte conosco, da São Lucas Contabilidade. Contamos com todas as ferramentas necessárias para te auxiliar em todas as frentes contábeis, inclusive na gestão de seu negócio.

Entre em contato conosco por meio das informações disponibilizadas em nosso website, lá você encontrará tudo o que se faz necessário para realizar a contratação de nossos serviços.

Estamos te aguardando!

Realizar a gestão de e-commerce de forma totalmente eficiente

Como reter talentos para impulsionar o crescimento da empresa?

Especialista em direito para startups aponta caminhos que auxiliam o processo.

Um estudo realizado pela Inside Fintech Report, mostra que as fintechs brasileiras tiveram uma captação recorde de investimento em 2020, e as startups, no geral, captaram US$ 1,9 bilhão no último ano, 73% a mais do que em 2019. O estudo ainda revela que o segredo é ter uma equipe motivada e alinhada com os princípios da empresa.

A especialista em Direito para startups do Lage & Oliveira Advogados, Lorena Lage, conta que, para startups, a retenção de talentos é muito mais importante do que para empresas tradicionais, ainda mais para aquelas que estão em fase inicial.

“As empresas são criadas e compostas por pessoas. E, para uma startup que está começando, é importante formar um time sólido e estruturado, para que o investimento feito gere resultados. E, em meio a uma dificuldade enorme de encontrar profissionais na área tecnológica, atrair e reter talentos passa a ter uma importância adicional para as startups.”, afirma.

Outra opção é investir em ferramentas que auxiliem o processo dentro das startups, como as que possibilitam ao colaborador adquirir participação societária na startup, de forma progressiva, caso cumpra os prazos e demais condições acordadas.

“Para o empreendedor, a ferramenta possibilita atrair e reter talentos desde o início do negócio. Além de manter um clima organizacional agradável no time”, aconselha a advogada. Este formato permite à empresa selecionar à dedo os colaboradores que pretende reter, oferecendo condições interessantes para o crescimento conjunto.

Também há ferramentas para quem está em busca de um plano de ações para impulsionar o negócio, mostrando o que o colaborador pode ganhar em conjunto com o crescimento da empresa, num médio e longo prazo.

“É um tipo de incentivo de Longo Prazo (ILP), por meio do qual a empresa oferece aos colaboradores a opção de adquirir suas ações a um valor que é definido previamente, após passado certo período de tempo e após cumpridas determinadas atividades para a empresa”, comenta a especialista.

Ela conta ainda que a ideia é tornar a compra de ações um incentivo adicional para se manter na empresa, já que a empresa abre a oportunidade para que os interessados em crescer junto com o negócio, possam entender o que devem fazer para conquistar esse tipo de oportunidade, mirando algo num prazo maior e não forma imediatista.

Independente da ferramenta que o empreendedor escolher, o mesmo deve estar ciente que a otimização de processos, junto com as boas práticas de retenção de talentos, fazem o negócio crescer.

“Não dá para reter bons talentos sem uma comunicação transparente, feedback constante e um bom clima organizacional”, completa Lorena.

Fonte: Contábeis

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Entenda como a norma pode ser um guia de boas práticas e modelo de diretrizes para as empresas

A Organização Internacional de Padronização (ISO), é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 1947, com o intuito de ajudar na reconstrução das empresas devastadas pela Segunda Guerra Mundial.

Ancorada nos princípios da isonomia (que em grego significa igualdade), a organização possui atualmente mais de 22 mil normas técnicas, sendo 180 normas de sistema de gestão, sendo a ISO 56002, de gestão da inovação, uma das mais recentes.

Diferentemente de outras normas, essa se propõe a ser um guia de boas práticas, um modelo de diretrizes e não de requisitos. Resultado de 11 anos de estudos em um comitê internacional que reuniu mais de 60 países, a ISO 56002 oferece um modelo de governança para a inovação, criando as bases para um bom sistema de gestão.

Baseada em oito pilares – abordagem por processos, liderança com foco no futuro, gestão de insights, direção estratégica, resiliência e adaptabilidade, realização de valor, cultura adaptativa e gestão das incertezas – a ISO defende que uma inovação pode ser um produto, serviço, processo, modelo, método ou a combinação de qualquer uma delas. Contudo, o conceito de inovação é caracterizado por novidade e valor. Em suma, isso significa que ideias sem a manifestação de valor não são inovações, e sim invenções.

ISO nas empresas

Ao implementar a ISO 56002, é necessário definir os objetivos, o propósito, a estratégia, os indicadores de desempenho e os recursos que serão empregados na inovação – e não só os financeiros, como também os recursos de pessoas, conhecimento, infraestrutura e até mesmo de tempo. A empresa precisa estabelecer onde pretende chegar e quais esforços está disposta a empregar para alcançar suas metas.

Além disso, a norma trabalha fortemente no gerenciamento de riscos, entendendo que muitos deles, em vez de ameaças, podem representar oportunidades de inovação. Quando é identificada uma ameaça, é preparado um plano de ação contencioso. Quando é identificada uma oportunidade, ela é automaticamente direcionada para o funil de inovação, onde as ideias são classificadas e priorizadas de acordo com os interesses da empresa. Quem toma as decisões não são as pessoas, e sim os indicadores.

Na prática, não existe uma receita única para todas. Cada uma, num processo de co-criação, precisa refletir sobre seus anseios e seu apetite para atingi-los. Não existe vitória sem sacrifícios.

Precisamos desmistificar a ideia de que inovação é para poucas, ou apenas para aquelas com viés tecnológico. Existem inúmeros exemplos de empresas analógicas que criam maravilhas a partir de um olhar inovador. Mas, sem governança, é impossível transformar ideias em resultados.

Sendo assim, as empresas precisam trabalhar no desenvolvimento da sua estrutura de governança. É preciso definir as bases do sistema de inovação, estabelecendo onde se pretende chegar, quais ferramentas serão utilizadas e mensurando de perto cada passo dado. A qualquer sinal de desvio, é possível ajustar a rota rapidamente.

A proposta da ISO 56002 é deixar para trás o modo empírico com que a inovação tem sido encarada por muitas companhias, onde algumas poucas ideias são levadas em frente e, quase que por obra do acaso, algumas são muito bem-sucedidas enquanto outras quase levam o negócio todo à ruína. Inovar a partir de um modelo de governança internacional, que foi testado e aprovado por mais de 200 empresas no mundo todo – sendo seis só no Brasil – é o caminho mais promissor para crescermos de forma estruturada.

Fonte: Contábeis

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Confira dados da pesquisa e dicas de especialista para orientar os empreendedores em situações de “apagão digital” como a que aconteceu na última segunda-feira

O whatsapp é um dos aplicativos mais utilizados pelos brasileiros. O app de mensagens tem 120 milhões de usuários ativos no Brasil e 1,5 bilhão no mundo. A tecnologia tem ajudado também milhares de empreendedores a se comunicarem com seus clientes – sendo o principal canal de atendimento de muitos e-commerces.

Na tarde da última segunda-feira, 4 de outubro, o app, assim como outros dispositivos do Grupo Facebook, mostraram instabilidade no mundo todo, deixando o canal de comunicação fora do ar.

A empresa assumiu que o problema foi global e, somente após 6 horas, os apps voltaram a funcionar. Colaboradores e profissionais das redes sociais também notaram dificuldade em trabalhar. Os três aplicativos também enfrentaram instabilidade em junho passado, durante cerca de duas horas e meia. Na ocasião, o Facebook afirmou que a falha havia sido causada por um ajuste de configuração.

Whatsapp como aliado de pequenos e médios lojistas

De acordo com levantamento exclusivo da Loja Integrada, plataforma gratuita para a criação de lojas virtuais, cerca de 75% dos pequenos e médios lojistas usam o aplicativo como canal direto de vendas com seus clientes – além da loja virtual.

Além disso, quase 68% dos lojistas da LI afirmam usar o Whatsapp como principal ferramenta de atendimento ao cliente, seguido pelo Instagram (15%) e do e-mail (5,6%)

Para Gustavo Ruchaud, diretor de marketing da Loja Integrada, o whatsapp se tornou uma ferramenta essencial na vida dos lojistas virtuais, não só na hora de vender, mas também de realizar o pós-venda.

“Por ser gratuito, o app está no celular de quase todos os brasileiros. Para o empreendedor, uma das principais vantagens de usar a ferramenta é poder criar campanhas e ações promocionais que são enviadas de forma automática. Além disso, com o app é possível verificar métricas e realizar um atendimento quase que em tempo real. Com a instabilidade, os lojistas irão precisar fazer um balanço de suas vendas, dando um suporte e retorno aos clientes por outros canais também”, explica.

O especialista deu 3 dicas para orientar os empreendedores a driblar o apagão digital destes apps:

Relacionamento em primeiro lugar

Instabilidades acontecem e por isso se comunicar com seu cliente é fundamental. Por mais que o contato seja direto pelo whatsapp é preciso humanizar essa comunicação e criar padrões de atendimento, que devem estar relacionados à cultura da marca.

Além disso, criar uma comunicação por e-mail pode ser uma forma de formalizar os processos. Neste caso, uma dica é comunicar seus clientes sobre a instabilidade e deixar outras formas de contato disponíveis até que a situação seja regularizada.

Aposte na sua loja virtual

O melhor caminho é usar a base de clientes do lojista, integrando os canais de comunicação e venda, oferecendo ao cliente a comodidade de poder comprar  e se relacionar pelo app do whatsapp – mas não deixando esta ferramenta como único canal. Investir na divulgação da loja em outras plataformas, como o google e Youtube, pode manter a loja funcionando e vendendo.

Invista em novos canais

Para Ruchaud, o empreendedor não deve ser refém de apenas um canal e deve apostar sempre em novas formas de engajar seu cliente. O uso do Telegram, por exemplo, tem crescido bastante no Brasil, funciona perfeitamente para divulgação de negócios.

Outra dica é investir em canais de comunicação próprios – quando estamos falando de e-commerce – por meio de um chatbot ou recursos que permitam o chat com os consumidores.

Fonte: Contábeis

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